Seria tão bom que na sociedade atual atribulada de problemas e aflições, as pessoas como um todo pudessem cada vez mais apresentar manifestações de carinho e ternura assim como os “#Animais irracionais” o fazem, algo, porém, que parece estar bem distante de acontecer.   

Um exemplo clássico do afirmado acima veio à tona na imprensa quando foi contada a história de um filhotinho de raposa que vive agarrado ao seu coelhinho de pelúcia e o ama verdadeiramente. Mas antes de saber sobre essa aventura, as raposas são animais mamíferos e onívoros, pertencentes à família Canidae.

As principais características físicas de uma raposa são: focinho comprido e uma bela cauda peluda e longa, chegando a viver em liberdade por até 10 anos, mas se encontram sob perigo de extinção devido a proliferação de doenças na espécie, atropelamentos em estradas que atravessam os bosques e reservas naturais em que vivem e também pela caça irrefletida.

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Todavia retornando ao personagem do início do texto, foi recolhido logo no começo do mês de março deste ano em um dos muitos jardins da cidade de Londres, Inglaterra, um diminuto filhote de raposa. Logo após ser encontrado, o filhotinho foi encaminhado para o National Society Fox Welfare (Sociedade Nacional para o Bem Estar da Raposa), que é uma associação voltada ao resgate e proteção de raposas feridas e doentes pelo Reino Unido.                                                    

A pequenina raposa que recebeu o nome de Puggle, com somente 2 semanas de vida, careceu de muita atenção e tratativas especiais, como, ganhar de presente um ursinho de pelúcia. O presente que pode parecer inusitado para alguns tem uma razão de ser conforme explica Martin Hemmington, que é o diretor da mesma associação da Sociedade das Raposas, pois no momento em que uma raposa órfã é recebida no local, ela ganha um brinquedo feito de pelúcia para que possa estar mais tranquila.

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Não são só brinquedos de pelúcia que as raposas recebem de presente, mas, muitas vezes ganham também garrafas com água quente e relógios que com suas batidas, fazem com que as raposas se lembrem das batidas dos corações de suas mamães, reforçou Hemmington. 

Na natureza as raposas vivem em grupos, protegendo-se mutuamente, no entanto ao serem isoladas por algum motivo de força maior, acabam ficando por conta da própria sorte e se surgir alguém que cuide delas, é um tanto melhor. O que importa é que a Puggle exatamente agora tem a companhia inseparável do seu coelhinho. #Natureza #Viral