Todo ano são descobertas quase 20 mil novas espécies no mundo e segundo pesquisadores ainda faltam milhões. Muitas trazem respostas para compreender melhor a origem de determinados grupos já existentes.

 Veja abaixo algumas das recentes descobertas da ciência:

 Phytotelmatrichis osopaddington nova espécie de besouro. Minúsculo com cerca de um milímetro, foi encontrado no Peru. Possui estreita relação com plantas, sendo encontrado vivendo em pequenas bolsas de água em bromélias. A maioria dos besouros vivem no chão de florestas, onde se alimentam de materiais em decomposição e, até o momento não se sabe como tal se alimentaria nesse habitat.

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 Phyllopteryx dewysea descoberto na Austrália, esse cavalo-marinho, vive em águas costeiras rasas. Possui comprimento de 3 cm. Apresenta um vermelho rubi e marcas de luz em sua boca. 

 Lasiognathus dinema encontrado no Golfo do México vivendo de 800 a 1.200 metros de profundidade. Tem entre 15 a 47 mm de tamanho. Possui uma protuberância na testa com uma extremidade bioluminescente para atrair presas, além disso sua mandíbula se inflama, enrolando seus lábios e projetando os dentes na água.

Iuiuniscus iuiuensis essa nova espécie pode ser da ordem dos isópodes (pequenos crustáceos achatados). Com 9 mm, possuem placas cônicas na base de suas patas que lhe dão aspecto espinhoso. Só foi encontrado em uma caverna no Brasil, mais precisamente no estado  da Bahia.

Drosera magnífica encontrada no Brasil, em Minas Gerais.

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A descoberta dessa planta carnívora foi possível por fotos publicadas em uma rede social. Pesquisadores notaram a planta desconhecida na foto e descobriram que ela ainda era nova para a ciência.

 Drosera é o gênero mais numeroso de plantas carnívoras e está espécie é a maior descoberta na América, com 123 cm. Como outras do gênero segrega um muco que atrai os insetos. Só está presente na cúpula de uma montanha e embora abundante no local, já foi declarada em perigo crítico de extinção.

Homo naledi o mais novo indivíduo do gênero Homo. Os fósseis foram encontrados em cavenas da África do Sul em  um local com pelo menos outros 15 indivíduos.

Possui crânio que se parece com nossos antepassados que viveram entre dois e quatro milhões de anos mas, suas mãos e pés se assemelham a humanos modernos.

Devido as circunstâncias em que foram encontrados é difícil datar a época em que viveu e, qual foi seu papel no processo evolutivo.

Sirdavidia solannona com 6 metros de altura e copa com 10 metros de diâmetro, encontrada no Gabão, essa árvore é a única representante do gênero Sirdavidia.

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 Gumma umma localizada no Gabão , é apenas uma das 60 novas espécies de libélulas descobertas na África. A maioria delas são muito coloridas e diferentes que, mesmo uma fotografia pode diferenciá-las.

 Chelonoidis donfaustoi mesmo com 1,8 m de comprimento, a tartaruga encontrada na Ilha de Santa Cruz, em Galápagos, quase passou despercebida. Pesquisadores a confundiram com outra espécie, a Chelonoidis porteri.  As análise genéticas determinaram duas espécies distintas na ilha. O que se achava que eram apenas diferenças entre populações das tartarugas orientais e ocidentais presentes no local, resultaram ser características de uma nova espécie com apenas 250 indivíduos.

 Pliobates cataloniae primata pequeno que viveu à 11,6 milhões de anos na Espanha. Segundo estimativas tinham de 4 a 5 kg, com tamanho aproximado de 45 cm.

 A sobrevivência dessas espécies recém descobertas já está comprometida, pois um dos problemas que a biodiversidade enfrenta é a falta de espaço.

 Descobrir, nomear, classificar e aumentar a consciência sobre a importância de continuar a conhecer as espécies, é a única forma de compreender o desenvolvimento da vida em nosso planeta e aprender a proteger o meio que nos rodeia.

   #Natureza #Animais #Curiosidades