A crise brasileira é provocada em boa parte pelo próprio governo que, além de não economizar seus próprios gastos, não incentiva a #Economia de forma simples e já comprovada em diversos países. A insegurança sobre o quanto vai custar a conta de energia elétrica, torna a vontade de comprar sujeita ao fluxo das bandeiras amarela e vermelha da conta de luz. Em novembro, logo após as eleições, a bandeira será amarela embutindo um custo adicional de R$ 1,50 por cada 100Kwh consumido, com alta probabilidade de virar bandeira vermelha no mês seguinte para aumentar a arrecadação deficitária dos governos federal, estadual e municipal. Os estados incentivam tal procedimento, pois a conta do ICMS é sobre o valor total do consumo e taxas, fato que tem começado a ser discutido em juízo.

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Cartão para energia fotovoltaica

O cartão de renovação da casa no valor de R$5.000,00 (cinco mil reais) que o governo quer lançar, aumenta o crédito e o endividamento das famílias, tendo sido amplamente utilizado no Governo Dilma Roussef, para manter o consumo e o nível de arrecadação de impostos. A diferença é que agora a quantidade de desempregados nessas classes sócio-economicas devem limitar o seu uso e aumentar a inadimplência. O espaço do consumo está cada vez mais reduzido porque a renda média diminui e o governo não consegue reduzir os gastos por estar com compromissos em salários altos e pagamentos de pensões fabulosas, principalmente de parlamentares, militares e magistrados.

Linha de crédito subsidiada para a luz

Uma linha de crédito subsidiada para a produção de #energia fotovoltaica poderia rapidamente mudar a situação econômica, pois reduziria um custo obrigatório para as famílias.

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Atualmente, um inversor (equipamento necessário que transforma energia coletada em energia alternada usada nos equipamentos elétricos) custa de R$2.000,00 a R$10.000,00, que podem ser pagos em dez vezes no cartão em várias lojas que postam no Mercado Livre, site de negócios com referências comerciais. As placas que geram energia variam muito de preço, mas no geral são oferecidos pacotes de instalação com custo total de R$ 15.000,00 a R$ 25.000,00, que são valores muito  altos para a maioria das famílias. Cerca de 30% desse valor são impostos e poderia ser isentos para incentivar a adoção dessa forma de energia. A linha de financiamento poderia ser de 10 anos, associado à conta de luz, para garantir o pagamento. Além disso, a depender da renda familiar, poderia ser incentivado o uso do FAT, já que o trabalhador seria o principal beneficiado, reduzindo o custo dos juros. Com essas sugestões, espera-se que as empresas de fornecimento de equipamento pressione os seus futuros políticos para obter essas medidas que devem liberar pelo menos R$50,00 da conta de luz mensalmente em um universo de mais de 12 milhões de desempregados, o que significaria uma conta de R$600 milhões de reais, mas permitindo uma folga para o investimento das empresas, com redução do pico do consumo maior que a economia do horário de verão.

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Reflitam e cobrem das autoridades #Crise econômica