Um caso de maus tratos contra #Animais, que aconteceu na Argentina, chamou a atenção de ativistas de todo o mundo. O engenheiro Miguel Manson ateou fogo em um cachorro sem dono que perambulava pelas ruas em busca de comida.

O cachorro era conhecido da vizinhança de Miguel e tinha ganhado o nome de ‘Fueguito’ ou Foguinho, em português. O engenheiro pegou gasolina e jogou sobre o corpo do cãozinho. Em seguida, ateou fogo e ficou olhando o mesmo queimar. Os vizinhos ouviram os gritos do cão e correram para ajudá-lo. O animal foi levado as presas para uma clínica veterinária, onde chegou em estado grave e ficou internado. Três dias após o crime, Fueguito não resistiu aos ferimentos e partiu.

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O crime aconteceu em 2015, e no começo de dezembro Miguel foi julgado pelo ato ilícito, que culminou com a morte do animal. A pena para o crime de maus tratos na Argentina, é semelhante com o que há no Brasil: 15 dias a um ano de prisão, que normalmente é convertido em pens alternativas.

Devido à gravidade do caso, o juiz criminal Orlando Vargas, decidiu conferir uma pena de sete meses de prisão. Além disso, Miguel deverá fazer tratamento psiquiátrico por um ano, depois retornará para um novo julgamento, que decidirá se ele tem condições de permanecer em liberdade, ou se sua sanidade mental requer tratamento continuo, pois ele pode voltar a cometer o mesmo ato, seja com animais ou com pessoas.

Durante o julgamento, cerca de cinquenta pessoas aguardavam a decisão. A maior parte delas possuía um cartaz pedindo #Justiça.

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Protetores dos animais da região, incluindo o advogado de uma associação protetora, Ulises Morales, comemoraram a decisão.

Aumenta o número de maus tratos e abandono de animais

Os crimes de maus tratos contra animais têm aumentado em todo o mundo e com a chegada das festas de final de ano, existe o agravante de que muita gente abandona cães e gatos para poder viajar. No estado de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin sancionou uma lei recentemente que proíbe que pessoas que cometeram crimes de maus tratos contra animais, possam voltar a ter um pet no futuro. Em todo o estado, feiras de adoção e zoonoses efetuam um cadastro das pessoas que vão adotar cães e gatos, de forma que eles podem receber uma visita surpresa para saber como o animal está sendo tratado. Doações por terceiros, ongs, petshops e aviculturas não integram esse requisito formal da posse responsável. #É Manchete!