O que poderia parecer a cena de um filme qualquer sobre o final do mundo produzido pela indústria do cinema em Hollywood, não é algo tão fantasioso assim como pensam alguns, pois as mudanças drásticas das condições climáticas tornaram-se uma constante prejudicial no dia a dia dos habitantes de determinados países, localizados nos quatros cantos da Terra, uma vez que as mesmas têm o poder de impactar destrutivamente enormes regiões sobre a superfície do planeta, ameaçando a própria continuidade da existência humana.

Não é em vão que as vozes de cientistas responsáveis ecoam cada vez mais, alertando sobre a mudança rápida do clima e apresentam como prova cabal do perigo em questão, um determinado país no continente africano, o qual rapidamente poderá se transformar em uma área sem vida alguma, um verdadeiro deserto nos próximos 100 anos.

Publicidade
Publicidade

“The Huffington Post”, famoso periódico do Canadá, veiculou a notícia de que o país, se nada interromper essa marcha de #Morte e destruição, a ser exaurido pelo clima adverso, será o milenar Sudão, que hoje conta com uma população composta de mais de 40 milhões de indivíduos. Ainda conforme os estudiosos fizeram questão de declarar, toda aquela área da África já começou a manifestar o denominado processo de desertificação acompanhado de terríveis tempestades de poeira.

Enfim, a previsão dos cientistas é de que diante de um quadro tão inóspito a vida humana ou de qualquer outra espécie, as temperaturas locais se elevem na casa dos 3ºC até o ano de 2060. Tanto é assim que Jos Lelieveld, climatólogo conhecido internacionalmente, disse literalmente em depoimento à rede de televisão norte-americana CNN, que “o Norte da África já é quente e sua temperatura continua subindo agressivamente. Em algum momento neste século, uma parte da região se tornará inabitável".

Publicidade

O cenário que para muitos é uma visão surreal de um capítulo da história da humanidade assume contornos ainda mais grotescos e assustadores, quando o "haboob" ou tempestades de areia fortíssimas, passam a ser um fenômeno habitual em partes do território sudanês.

Um relatório específico emitido pelo Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU – Organização das Nações Unidas, revela que aproximadamente 4,6 milhões de habitantes no país africano em pauta, estão tendo de encarar a pouca oferta de alimentos, onde em um futuro que se avizinha a passos largos, em torno de 3,2 milhões de moradores do Sudão, terão de lidar com a desesperadora realidade da escassez de um bem mais do que precioso, que é a água.

O que esperar de um futuro tão adverso e traumático não só para os sudaneses, mas para a inteira população do globo terrestre?! Qual a sua opinião?! #Tragédia #Ciência