As polêmicas do governo de Donald Trump não param. Uma semana após tomar posse como o novo presidente dos Estados Unidos, Trump coleciona críticas pelas decisões que tem tomado nos últimos dias.

No último dia 24 de janeiro, o #Governo americano proibiu a EPA (Agência de Proteção Ambiental) de falar sobre o clima e as interferências humanas no #Meio Ambiente, bem como de fazer novos contratos para pesquisas e assuntos afins da agência. Um dia depois, Trump exigiu que a EPA removesse de seu site oficial, todos os dados sobre o aquecimento global, pois para ele, o fato não existe e não se deve informar sobre as interferências da ação humana no meio ambiente aos americanos.

Publicidade
Publicidade

Para Trump, tais alertas envolvendo o meio ambiente, geram prejuízo e paranoia.

O principal objetivo de Trump nesse sentido, não seria apenas a sua vontade pessoal, mas o desejo, já anunciado durante a campanha política, de extinguir as políticas criadas por seu antecessor, Barack Obama.

A agência lamentou a decisão e informou que anos de pesquisas cientificas irão desaparecer. Todo o acervo de pesquisas e dados sobre o meio ambiente se tornaram base para o estudo do assunto em todo o mundo, seja para estudantes do ensino básico, ou por cientistas e biólogos que buscam alternativas sustentáveis para evoluir, sem gerar mais danos ao meio ambiente.

Para ter certeza que seu desejo será atendido, Trump nomeou Scott Pruitt, procurador-geral de Oklahoma, como o presidente da agência.

Publicidade

Ressalta-se que Scott é réu de 14 processos ambientais na PEA, autos que também correm o risco de desaparecer com a sua nomeação.

Em represália, funcionários da PEA e de outras agências nacionais, como a NASA, criaram perfis não oficiais no Twitter para divulgar notícias verdadeiras sobre o assunto. Utilizando as palavras ‘resistência’ e ‘resista’, os funcionários, que estão se mantendo no anonimato, pretendem divulgar tudo o que for censurado por Trump. Um deles também salientou que está aguardando Donald se manifestar sobre o assunto e acusar os perfis de propagarem notícias falsas, assim como tem alegado que a imprensa e as mídias em geral se uniram para deslegitimar o seu governo.

Como o sistema político americano é distinto da maioria dos demais países democráticos, Trump não foi eleito por maioria de votos dos cidadãos, mas sim pelo votos delegados, que são seus aliados. Por número de votos, venceu Hillary Clinton, situação semelhante ao que ocorreu com a eleição de George Bush, que perdeu pelo voto popular, mas ainda assim, sua impopularidade se deu no decorrer do mandato e não desde sua eleição, como tem ocorrido com #Donald Trump.