Na Inglaterra, 1842 o biólogo anatomista e paleontólogo Richard Owen utilizou pela primeira vez o termo “#dinossauro”, para descrever um grupo de fosseis, até então descobertos. O uso desse termo se expandiu, enquanto novas descobertas aconteciam na Europa e América do norte. Os fosseis são restos de seres vivos ou evidências de suas atividades biológicas, preservados em diversos materiais. Essa preservação ocorre principalmente em rochas, mas pode ser encontrada também em materiais como sedimentos, gelo, piche, resinas, solos e cavernas. Os fosseis se formam a partir de distintos processos de fossilização após os eventos de morte do organismo, transporte de material orgânico e soterramento.

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O primeiro fóssil de dinossauro de que se tem notícia foi encontrado na China e a descoberta está registrada em um livro de mais de mil e setecentos anos. Na época porém, os chineses acreditaram que se tratava de ossos de um dragão. Assim, o primeiro dinossauro oficialmente descrito foi achado em 1676, na Inglaterra, e foi datado em rochas do período jurássico com cento e sessenta e seis milhões de anos. Como ainda não se sabia nada de dinossauros, os cientistas pensaram que aquele era um osso da perna de algum #gigante descrito na bíblia. Posteriormente ficou definido que o osso encontrado pertencia a um Megalossauro, o primeiro dinossauro montado pelos paleontólogos.

Embora existam milhares de fosseis conhecidos, a fossilização é um evento muito raro, porque a matéria orgânica dos seres vivos tende a ser rapidamente decomposta, logo, para que um organismo seja fossilizado, se faz necessário que este tenha uma morte em condições que facilitem sua conservação.

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Os restos devem ser cobertos por sedimentos o mais rápido possível. Os fosseis são resultado da ação de três elementos principais: abundância de água, soterramento rápido e falta de oxigênio. Ou seja, sem esses três elementos combinados simultaneamente não poderia existir fosseis e, portanto, sem degradação e com muita sedimentação como pântanos, leitos marinhos profundos, fundos de lagos e até mesmo enxurradas de lama, são os melhores para fossilizar um organismo.

Uma questão referente aos dinossauros que a #Ciência ainda não conseguiu solucionar está relacionada à sua extinção e fossilização.

Neste campo existem muitas teorias e uma delas é de que certos movimentos sofridos pelos continentes provocaram mudança nas correntes marítimas e também no clima do planeta, isso fez a temperatura baixar, o que causou invernos mais rigorosos, consequentemente levando ao desaparecimento dos seres vivos que habitavam a Terra. Outra teoria sobre a extinção dos dinossauros, e a que é mais aceita pela comunidade cientifica, é a de que um asteroide com aproximadamente dez quilômetros de diâmetro teria atingido a superfície da Terra gerando uma explosão semelhante a cem trilhões de toneladas de dinamite.

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Essa teoria afirma que a extinção dos organismos vivos que habitavam a superfície terrestre não ocorreu pelo impacto do asteroide com a Terra, mas sim por consequências dos efeitos que este impacto causou. Os cientistas ainda não conseguiram desenvolver uma teoria aceitável.