A #energia eólica converte a força dos ventos em eletricidade, sendo a forma mais comum através de aerogeradores, sendo eles um gerador elétrico integrado ao eixo de um cata-vento e realizando essa conversão, podendo ser implantado em terra ou em mares (também conhecidos como offshores), onde a força do vento é muito mais regular. Uma das principais vantagens desse equipamento é ser uma fonte de energia renovável e não poluente.

No #Brasil, a produção de energia se manteve quase que exclusivamente em 2 pilares: hidroelétricas e termoelétricas, sendo a primeira uma fonte prioritária e que predomina sobre as outras. Já a segunda, operando somente em períodos de baixa produção em hidroelétricas, porém os seus custos sendo exorbitantes.

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Com isso, a necessidade de diversificar a geração de energia tornou-se cada vez mais necessária, e a energia eólica é um candidato perfeito para suprir essa demanda.

Segundo dados do Governo Federal, no ano de 2014 o Brasil ultrapassou a Alemanha quanto à expansão da energia eólica, ficando atrás apenas da China, que é o líder em investimento em fontes de energia, graças a sua alta demanda. Esse aumento foi muito perceptível no decorrer dos anos, apesar de continuar sendo pouco representativa se comparada com as outras duas fontes citadas no início.

Essa expansão se teve graças a parcerias entre o poder público e a iniciativa privada através de leilões e concessões públicas para empresas interessadas nesse ramo por um período de 20 anos. Hoje a maior parte da produção de energia está situada no nordeste brasileiro, devidos aos grandes índices de ventos nessa região, sendo o local perfeito para a instalação dos aerogeradores.

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Mesmo a expansão nesse setor ter sido considerável nos últimos anos, os dados revelaram que esses valores ainda não são suficientes para se dizer que o processo de diversificação da energia no Brasil já tenha dado seu início. Afinal, mesmo com todo esse avanço e concretização de projetos, a energia eólica representa apenas 8% de toda a eletricidade no país.

O nordeste brasileiro é a região com o maior potencial para produção, com o equivalente a 75 Gigawatts, representando 50% do total da produção no país, já que a maioria das usinas estão situadas nessa região, sendo o estado do Rio Grande do Norte o líder em produção. No ano de 2013, a capacidade de 1.339,2 Megawatts, podendo ser quase triplicada até o ano de 2018.

Apesar da diversificação da geração de energia no Brasil ser de extrema importância, para diminuir a dependência da mesma, essa expansão também é necessária devido aos poucos impactos ambientais que um aerogerador causa ao meio ambiente, principalmente comparando com os impactos causados pela instalação de termoelétricas.

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É de extrema importância que se pense no meio ambiente na hora de se investir em energias renováveis e de baixo impacto ambiental. O custo-benefício gerado por essa usina é de um grande auxílio, já que a situação econômica do país ainda não se firmou e a necessidade de geração de energia seja cada vez maior com os avanços tecnológicos e o aumento populacional.