Hoje em dia, novas práticas sustentáveis estão ganhando espaço nos grandes centros urbanos graças a uma nova consciência que envolve um crescimento econômico equilibrado, preservando principalmente a nossa saúde e o meio em que vivemos.

Nessa tendência são propostas novas ideias que agregam mais verde às cidades carregadas de dióxido de carbono e com péssima qualidade de vida. Doenças respiratórias lotam hospitais e postos públicos.

Uma boa qualidade de vida passa por muitos aspectos sociais, familiares, psicológicos, de saúde e ambiental.

Nessa tendência, o telhado verde é um sistema de cobertura vegetal utilizado em edifícios e casas com o objetivo principal de diminuir a poluição, além de servir como isolante acústico e também diminuir as ilhas de calor nas grandes metrópoles.

Publicidade
Publicidade

Embora possa parecer uma novidade do mundo contemporâneo, essa técnica remete ao passado do século VI a/C com os Jardins Suspensos da Babilônia considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Já no século XX, mais precisamente nos anos 20 o arquiteto e urbanista Le Corbusier desenvolveu o conceito de Terraço Jardim cujo um dos intuitos era de recuperar o verde em meio a selva de concreto das grandes cidades.

Atualmente, uma lei aprovada na cidade do Recife obriga a utilização de telhados verdes (Lei Municipal 18.112/2015), seguindo assim uma tendência já existente na França e outros lugares.

Além dos telhados verdes, também temos outros projetos interessantes como: ciclovias inteligentes, rodovia solar, hortas urbanas, automóveis elétricos e o verde vertical onde destaca-se o trabalho do belga Vincent Callebaut, um arquiteto futurista que visa implantar verde vertical em edifícios residenciais e comerciais, proporcionando assim a manutenção da biodiversidade e a redução dos níveis de carbono na atmosfera.

Publicidade

Callebaut desenvolveu projetos arrojados como o Dragonfly que é uma fazenda vertical em Nova York nos Estados Unidos, outra ideia interessante foi batizada de Physalia que é uma espécie de barco-jardim movido por fontes limpas de energia.

Também devemos destacar os jardins verticais desenvolvidos pelo Movimento 90 no Minhocão, centro de São Paulo.

Seja o telhado verde ou fazendas urbanas ou qualquer outro projeto do tipo muito se questiona sobre os seus custos, mas a tendência é que com o passar dos anos o orçamento seja barateado, através da grande procura e da concorrência entre as empresas fabricantes.

É um novo paradigma que nasce, uma nova consciência coletiva, uma nova era de bem-estar, saúde, prosperidade e fartura. Assim o telhado verde é apenas uma peça na engrenagem de um mundo melhor, um mundo com menos CO2 na atmosfera e mais frutas nas árvores da sua rua. #2016 #sistema de saúde #Meio Ambiente