Publicidade
Publicidade

O Brasil é um país riquíssimo em se tratando da fauna e da flora. Um exemplo disso é a grande Amazônia que concentra uma infinidade de diferentes espécies tanto da parte vegetal quanto animal, e falando neles, #peixes enormes (mais precisamente o pirarucu) foram vendidos diretamente ao consumidor pela comunidade de #pescadores de #Manaus tanto na FAS a Fundação Amazônia Sustentável como no FIGA (Feira Internacional de Gastronomia da Amazônia). As vendas foram realizadas na Zona Centro-Sul da cidade de Manaus no Parque Dez. Os peixes são para muitas famílias de Manaus uma boa renda e sustento.

A venda de peixes através da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e da Feira Internacional de Gastronomia da Amazônia (FIGA)

A Rádio Nacional de Alto Solimões da EBC informou um pouco sobre a importância do evento na Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e da Feira Internacional de Gastronomia da Amazônia (FIGA) no qual foi ao ar neste sábado (25) pela manhã no programa Alô Fronteira, onde o tema foi a venda dos peixes.

Publicidade

Ocorreu uma entrevista no quadro "Coisas da Terra" com o técnico José Maria Batista Damasceno do IDAM (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal) engenheiro de pesca onde o mesmo citou a importância dos pescadores na venda direta ao consumidor final, nestes dois eventos que ocorreram no município de Fonte Boa na região do Médio Solimões.

Por causa do evento não foi necessário o uso dos atravessadores, o que já gerou certa economia, por conta da despesa e do custo principalmente se considerando a venda direta dos peixes. Segundo José Maria, a parte da ventrecha (que é a posta de peixe, localizada imediatamente após a cabeça) fica no valor de R$15,00 e o que parece ser lombo do peixe R$18 e a carcaça R$5 reais o quilo, e ainda a pele vendida a R$70 reais se aproveitada. Todos estes fatores ajudam a agregar um valor ao peixe.

Publicidade

Na Feira Internacional de Gastronomia da Amazônia (FIGA) as vendas diretas ocorreram de sexta-feira (23) a domingo (26). Segundo o técnico José Maria, foram vendidos mais de 200 peixes nesta feira. Aproximadamente 8 comunidades (cerca de 400 famílias) participaram deste empreendimento. Em torno de 4 a 7 comunitários viajam para Manaus para realizar a feira.

Quanto à manutenção do meio, existe o programa bolsa renda que são recursos provenientes do Fundo Amazônia que é repassada para a fundação, e da fundação para as comunidades em equipamentos necessários, através de projetos, e isso não só em Manaus como também nos municípios que possam estar absorvendo a produção.

A parte mais procurada do peixe para consumo pelo pessoal de Manaus e a qualidade do pirarucu

A parte do peixe mais procurada para consumo é o filé. A preferência dos consumidores são tanto da parte do filé que não tem gordura (lombo) já outros preferem a ventrecha do pirarucu que é a parte mais gorda do peixe. Ambos os cortes tem o seu valor como citados acima.

Publicidade

A qualidade do peixe pirarucu também impressionou os consumidores. Por ser conservado em gelo o teor do frescor fica em uma condição ótima, diferente dos peixes que ficam meses armazenados nos frigoríficos de Manaus o que acaba perdendo qualidade e o sabor.

Vale lembrar que a venda e comercialização do pirarucu é proibida pelo governo federal sendo liberada apenas para ribeirinhos de famílias que fazem parte de certas comunidades de pescadores, ou sob liberação do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos). Parte dos motivos para a liberação do IBAMA é o retorno econômico gerado pelo pescado, mais ainda que os valores ganhos são investido pelos ribeirinhos na sua qualidade de vida melhorando a sua moradia na comunidade, além disso os pescadores são incentivados a aumentar a quantidade de peixes criados (aumentando assim sua cota em um ano) realizando assim um consumo inteligente.

Organização dos eventos para a comunidade de pescadores e o cuidado da preservação do meio ambiente

A FAS foi a responsável por garantir toda a estrutura aos pescadores para a venda do peixe, pirarucu. O pescador Mizael (um dos presentes no evento) também destacou que a venda direta gera uma renda maior, acredita que a participação na FIGA (Feira Internacional de Gastronomia da Amazônia) é importantíssima para dar visibilidade à qualidade do produto.

O pescador alegou que eles trabalham o ano inteiro cuidando dos peixes e acompanhando seu tamanho para despescar apenas os que se encontram dentro do estipulado pela lei . Se referindo aos grandes (utilizados no consumo) pois os médios e pequenos são preservados para que quando grandes, possam ser despescados. O preço dos peixes foram contabilizados sendo R$ 16 o quilo.

Se achou a notícia interessante você pode deixar sua opinião copiando e colando o endereço deste artigo em qualquer mídia social.

As informações são da EBC e do portal a crítica de Manaus.