Na tarde do dia 22, em reunião no estado de Minas Gerais, foi dado mais um passo na produção em larga escala da pílula contra o câncer, a fosfetanolamina sintética.  O composto no início seria fabricado no Rio Grande do Sul mas, o pesquisador Dr. Gilberto Chierice não concordou com as condições do laboratório (Lafergs) onde seria sintetizado.

Pacientes que aguardavam a liberação em São Paulo pela Furp receberam com muita tristeza mais uma negativa do Dr. Gilberto - ele não aprovou o laboratório, alegando que precisava de uma indústria farmoquímica. Agora surge uma nova esperança para os pacientes.

Belo Horizonte poderá produzir a fosfoetanolamina sintética no fundação Ezequiel  Dias

Segundo Dr. Otaviano Mendonça Ribeiro ao ser questionado sobre os efeitos colaterais nos humanos,"O objetivo é que Minas possa fornecer a substância para todos os estados brasileiros, sendo pioneira no tratamento do câncer com a fosfoetanolamina sintética. Até hoje não tivemos nenhum efeito colateral da droga e nossa expectativa é de que ela possa ser adotada como o principal medicamento usado contra a #Doença, beneficiando milhares de pacientes”, afirma.

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O deputado federal Reginaldo Lopes está comemorando mais uma batalha vencida, Reginaldo articulou para que a pesquisa e a produção viesse para Minas Gerais.O deputado disse “Este é um motivo de grande orgulho para Minas, por estar mais uma vez na vanguarda do desenvolvimento e dando o exemplo para o Brasil. Acreditamos que 2016 será um ano histórico em relação à fosfoetanolamina, com essa possibilidade de produção em larga escala no nosso estado e também com os avanços nas pesquisas em nível federal para o registro na Anvisa enquanto medicamento”, comemora Reginaldo Lopes. 

O começo das atividades está previsto para  o mês de março de 2016, até lá pacientes vão ter que aguardar ou continuar usando a #Justiça pra obter a fosfoetanolamina, sendo que a batalha dos pacientes agora é contra o estado de São Paulo para liberar as liminares concedidas.

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#Medicina