Ano novo, preços novos. E para os combustíveis não houve nem recesso de ano novo para "atrasar" os aumentos. Em 1º de janeiro já entrou em vigor o reajuste do governo para os valores usados como referência para a cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da #Gasolina comum, premium, diesel e do etanol. 

Assim, apenas com esse aumento inicial, os postos pelo estado de Minas Gerais já aumentaram suas tabelas em R$ 0,05 na bomba - tanto para a gasolina quanto para o álcool.

O levantamento foi feito pelo Jornal Estado de Minas, que ainda conversou com os donos das revendas em Belo Horizonte. Os entrevistados garantiram que a alta é só o começo e estipulam que, com o novo salário mínimo (e novos reajustes nos impostos), a tendência é de que o preço nas bombas ultrapasse a barreira dos R$ 4 para abastecer na capital mineira.

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Em alguns pontos do interior do estado, o preço já sofreu reajuste apara além desse número.

Outro ponto que pode elevar o preço do combustível é o aumento de cerca de 150% na taxa de fiscalização que é cobrada nos postos pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Assim, os revendedores devem repassar o custo das taxas para os clientes, claro.

Pelo visto, não é apenas nas novelas que têm história para causar pesadelos na população, o preço da gasolina vem assustando mais que qualquer facção de A Regra do Jogo.

Vale lembrar que, apenas em 2015, o preço do combustível aumentou três vezes. No fim das contas, o custo ficou 21% mais caro em relação a 2014. E tem mais levantamentos desesperadores para quem precisa abastecer seu veículo constantemente.

A cada 15 dias, o Governo de Minas divulga o resultado da pesquisa de preço médio dos combustíveis cobrado no estado.

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O valor é usado como base para recolhimento do ICMS; e no último dia de 2015 a média foi de R$ 3,6601, já em 2016 o valor saltou para R$ 3,7845. Tudo isso fez com que o imposto também aumentasse de R$ 1,0614 para R$ 1,09 por litro de gasolina para os empresários. #Crise #Crise no Brasil