Os preços de hortifrutigranjeiros subiram, em média, 5,51% entre janeiro e fevereiro. As verduras apresentaram o maior aumento, com destaque para o pimentão verde que subiu 91,03% de aumento. No entanto, o prelo das carnes nos açougues mostrou estabilidade com alta de 0,05 no mesmo período. As conclusões são de pesquisa do Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Foram coletados 59 produtos em 39 estabelecimentos somente na capital mineira.

As verduras como um todo apontaram para uma alta média de 7,72%. Além do pimentão verde, a cenoura também registrou aumento significativo, com 40,78%. Desta vez, o tomate apresentou queda, juntamente com o quiabo, ficando 29%, em média, mais baratos.

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No item carnes, os pesquisadores do Procon/ALMG levantaram os preços de 37 cortes em 39 açougues. Os cortes bovinos subiram 1,02% enquanto que a carne de porco ficou 2,37% mais barata. O frango teve queda de 0,54%. A costela bovina com osso aumentou 4,53%), o músculo bovino dianteiro (3,32%) e o lagarto (3,12%). Em contrapartida, o pernil suíno ficou mais barato - com índices entre 5,68% e 6,68%.

De acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a instabilidade do clima, com altas temperaturas e excesso de chuvas no início deste ano pode contribuir com a variação no preço dos alimentos. As cotações das hortaliças, por exemplo, devem permanecer elevadas no primeiro trimestre, uma vez que há expectativa de maior frequência de chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste.

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Supermercados

Pesquisa realizada pelo mesmo Procon da Assembleia mineira indicou que os preços nas prateleiras dos supermercados belo-horizontinos tiveram uma alta de 3,5% nos primeiros dias de fevereiro em relação aos primeiros dias de janeiro. Foram coletados preços de 159 itens em 16 supermercados.

O índice de 5,51% somente no mês de janeiro nos sacolões de Belo Horizonte é alto levando-se em conta a meta da inflação para todo o ano; 6,87% de acordo com a meta fixada pelo Banco Central no início do ano. #Crise #Crise econômica #Crise no Brasil