Uma mulher foi até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vespasiano, na grande BH, queixando-se de dores renais, quando foi até o banheiro. Funcionários do Pronto Atendimento notaram que a barriga da mulher havia diminuído, e foram averiguar o sanitário. Chegando lá eles notaram que havia muito sangue no chão e um bebê recém-nascido estava dentro da lixeira do banheiro. 

A polícia foi acionada pelos funcionário da (UPA), onde relataram que uma mulher tinha abortado e que tentou matar o recém-nascido no banheiro da Unidade de Pronto Atendimento.

O fato ocorreu nesta terça-feira (26) e, segundo a Polícia Militar, Juliana Aparecida Morato, de 32 anos, relatou que realmente abortou a criança e tentou jogá-la no vaso sanitário dando descarga para que o bebê pudesse ir esgoto abaixo, como não obteve sucesso em eliminar o bebê, ela, então, joga a criança na lixeira do banheiro e sai normalmente, como se nada tivesse acontecido.

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O bebê, assim que encontrado na lixeira, foi levado para ser medicado e encubado, sendo encaminhado para o Hospital Municipal Odilon Behrens, na cidade de Belo Horizonte.

Em depoimento feito aos policiais, Juliana Aparecida Morato disse que está passando por dificuldades financeiras e enfrenta uma grande depressão, o que impulsionou ela a fazer esta barbaridade. "Fiz isso tudo sem pensar", declarou ela.

A mulher foi encaminhada ao Hospital Maternidade de Vespasiano, onde recebeu os cuidados médicos com escolta da Policia Militar de Minas Gerais, que acompanha Juliana.

O recém nascido está em observação na U.T.I (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Municipal Odilon Behrens, fora de perigo de morte, porém, precisando de atenção especial dos médicos e enfermeiros, já que nasceu prematuramente.

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Enquanto isso, Juliana Aparecida Morato será encaminhada, após alta médica, para a cadeia de Vespasiano, onde aguardará por julgamento do crime praticado contra a vida de seu filho. O caso foi encerrado na delegacia da cidade de Vespasiano, e a perícia não apareceu no local do #Crime, já que, segundo a Polícia Civil, o local estava totalmente descaracterizado.  #Comportamento #Investigação Criminal