As autoridades policiais de Belo Horizonte estão empenhadas em prender o falso personal trainer que anunciava seus serviços na internet para atrair potenciais vítimas para cometer estupro.

Ele é acusado de cometer esse mesmo #Crime contra uma estudante de 23 anos. Ela procurou a polícia para denunciar que foi abusada por ele no último dia 29 de outubro. Tudo teria ocorrido no apartamento do suspeito, localizado no bairro Estoril, na região oeste da capital mineira.

De acordo com informações prestadas pela jovem à Polícia Militar (PM), o falso educador físico, identificado apenas como Rodrigo, a procurou no Facebook, oferecendo serviços de avaliação e treinamento.

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Ele conseguiu convencê-la a experimentar uma técnica nova de tonificação corporal. Disse ainda que precisava de uma assistente para auxiliá-lo nas aulas e a chamou para exercer a função em troca de acompanhamento personalizado em treinamentos físicos.

A história pareceu crível para a jovem, que chegou a ver vídeos e arquivos detalhando a técnica de tonificação. Ela embarcou na proposta e foi até o apart hotel onde ele disse que reside, para fazer uma avaliação física.

A vítima contou ainda que ao chegar no imóvel ele a levou para o quarto ainda sustentando que lá faria o teste. Uma vez no cômodo, ele a segurou pela cintura, pedindo que ela movimentasse os braços. Nesse momento, ficou apreensiva achando que a situação estava estranha. Quando ele esbarrou nos seios dela, ela entendeu do que se tratava e pediu para ir embora.

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O homem então mandou que ela se deitasse na cama para que ele lhe passasse uma série de abdominais. Disse para que ela ficasse para terminar a avaliação e a convenceu.

Uma vez na cama, ele iniciou o estupro. A imobilizou e passou a esfregar a mão em seu corpo, arrancando-lhe as vestes. Ela não conseguiu se soltar, já que ele a segurou com força.

O ato se consumou e poucos minutos. Assim que ele a soltou ela correu para o banheiro e ligou para um amigo. Satisfeito, o estuprador deixou que ela fosse embora, mas antes ainda ironizou, perguntando se ela não lhe daria um abraço de despedida.

A Polícia Civil já tem informações de que o acusado já tentou fazer o mesmo com outra mulher, em março deste ano. Ele usou a mesma isca, porém a jovem de 22 anos conseguiu fugir.

O flat onde o acusado praticaria os crimes rescindiu o contrato de aluguel. Ele não foi achado no local e os policiais ainda não tem pistas de seu paradeiro.

#Casos de polícia