Num condomínio residencial em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, uma criança de apenas 11 anos de idade foi agredida por um vizinho, soldado do Corpo de Bombeiros. O adulto, pai de um menino de seis anos, foi tirar satisfações por uma desavença ocorrida com seu filho. O momento foi registrado por câmeras de segurança instaladas no estacionamento, local onde a agressão aconteceu.

Nas imagens, o homem de blusa branca, acompanhado de seu filho, se aproxima de outras crianças. Eles parecem conversar, mas, logo em seguida, seu filho começa a agredir um dos meninos. Ele dá chutes e socos no menino um pouco mais alto que ele, enquanto seu pai observa tudo, parecendo incentivar o filho.

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O menino que está apanhando vai se afastando, mas o filho do soldado do Corpo de Bombeiros não desiste, ele agride a criança até que seu pai pega o rapaz que estava apanhando e o joga no chão de forma violenta. Enquanto ele não se levanta, o filho chuta o rosto da criança.

O pai ainda dá um tapa no rosto do menino caído no chão, o levanta e o leva para outro lado do estacionamento. Neste momento as outras crianças que estavam presentes já haviam se afastado.

Um vizinho de roupa escura se aproxima e nesse momento o adulto solta o menino, que foge. Em depoimento a um canal de televisão, o menino agredido fala que se não fosse o homem que chegou, ele não sabia o que o pai do rapaz teria feito com ele.

Ele ainda disse que não reagiu, pois se ele revidasse os golpes do filho, o adulto teria batido ainda mais nele.

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A vítima, de apenas 11 anos, ficou com o rosto todo machucado. O motivo foi apenas uma bolada durante uma brincadeira. O menino que apanhou, contou que eles pediram licença para o outro na hora de jogar bola, mas ele não cedeu. Durante o jogo a bola bateu no menino, que logo foi contar ao seu pai.

O pai do menino agredido pelo militar ficou revoltado quando chegou a sua casa e soube do ocorrido. Ao programa televisivo, ele afirmou que a vontade que ele teve foi de ir tirar satisfação com o adulto que agrediu seu filho de 11 anos. Mas ao invés disso, ele acionou a Polícia Militar, registrou um boletim de ocorrência, dando um exemplo diferente ao seu filho. #Crime #Casos de polícia