O ano mal começou e os mineiros já estão pagando mais caro pela #Gasolina e o etanol. Na pesquisa realizada pela #ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis), é apontado que a gasolina em Belo Horizonte teve alta de 5% no preço médio, com o litro do combustível custando a R$ 3,717. O etanol também entrou na ‘dança’.

Segundo o jornal O Tempo, nas demais localidades da capital, o valor mais barato encontrado para o litro de gasolina foi de R$3,535, enquanto o valor mais caro foi de R$ 3,967, valores acima da média nacional.

A estatística da ANP ainda mostra que, de 2013 para 2017, o valor do litro de combustível em Belo horizonte ficou 39,3% mais caro.

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Em toda a região metropolitana não foi diferente, pesquisas realizadas em algumas cidades próximas de #BH também apontaram valores exorbitantes. Em contagem, por exemplo, no bairro Cidade Industrial, a gasolina comum está no valor de R$3,827, o que não é comum, diga-se de passagem. Na cidade de Betim, o preço médio do litro de gasolina é visto por R$3,755.

E não para por aí, o etanol também subiu. O valor médio do litro de etanol estava a R$2,863 na primeira semana de janeiro. Ano passado, fechou em R$2,844, o que representa uma alta de 0,67% em uma semana. Estudos da ANP revelam que o litro do etanol mais justo hoje para consumo está por R$2,628, o mais caro, R$3,179.

Conforme informações da Agência, na primeira semana do ano de 2017, os valores do etanol hidratado nos postos de gasolina do Brasil subiram em 21 estados e caíram em outros cinco.

Os consumidores, é claro, não estão nada satisfeitos com esses aumentos absurdos que tem ocorrido em prol da crise que o país enfrenta.

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Alguns relataram para o jornal O Tempo a insatisfação e os desafios a enfrentar com o aumento da gasolina e do etanol.

Está cara. Não gasto o mesmo tanto que antes gastava”, reclamou o pintor William.

Vou abastecendo de acordo com a necessidade”, disse a vendedora Cristiane Silva Sampaio.

É válido ressaltar que, em dezembro do ano passado, a Petrobras anunciou uma elevação de 8,1% do preço da gasolina nas refinarias, o que acarretou na elevação do valor médio pago pelo consumidor, que foi para 1,92%.