Ainda sem registros de morte em humanos em Belo Horizonte, a febre amarela foi confirmada como causa da morte do segundo macaco na capital.

A primeira morte de macaco pela #Doença foi confirmada na região de Venda Nova em fevereiro deste ano, quando a prefeitura, motivada por mortes atípicas de outros primatas, fechou o Parque da Serra do Curral, o Parque das Mangabeiras e o Mirante das Mangabeiras.

Segundo dados da SES (Secretaria de Estado de Saúde), 99 pessoas já faleceram no Estado de Minas Gerais pela doença. O caso mais próximo de #Belo Horizonte ocorreu em Contagem, onde um homem de 48 anos faleceu na terça-feira, 24 de fevereiro. Segundo informações, é provável que a vítima tenha se contagiado no município de Esmeraldas.

De acordo ainda com a SES, os macacos são importantes indicadores pois adoecem primeiro e fornecem informações sobre a circulação do vírus na região. Além de não transmitirem a doença.

Sinais, sintomas e prevenção

A febre amarela é uma doença infecciosa grave causada por vírus. Os primeiros sintomas são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, falta de apetite, por cerca de 3 dias. Tanto na área silvestre quanto na urbana a transmissão ocorre através de um mosquito, sendo que o mosquito responsável na área urbana é um velho conhecido: o aedes aegypti.

A prevenção inclui a disseminação dos mosquitos, o uso de repelentes e a vacinação.

Pessoas que residem ou viajam para áreas endêmicas devem ser vacinadas. A vacina tem validade de 10 anos. Mulheres que amamentam devem esperar até o sexto mês de vida do lactente para serem imunizadas.

O tratamento se baseia na sintomatologia da doença. Devem ser administrados analgésicos para alívio da dor e anti-térmicos para a febre. Deve-se também aumentar a ingestão de líquidos. Em casos mais graves, nos quais ocorrem a hemorragia e a insuficiência renal, podem ser necessárias a transfusão de hemoderivados e a hemodiálise.

O ácido acetilsalicílico é desaconselhado, pois aumenta o risco de hemorragia. #Febreamarela