Pela manhã do dia 23 de abril, uma plataforma de Camorim, na Bacia de Sergipe-Alagoas, começou a vazar óleo. A estimativa é que a quantidade de óleo vazada para o mar já ultrapasse mais de 7 mil litros. O que pode ter ocasionado o vazamento esta relacionado a um duto que já esta "remendado", segundo o sindicato dos petroleiros locais, o Sindipetro, em entrevista a agência Reuters. Não há vítimas, porém, quatro plataformas fixas da bacia se encontram paralisadas e estão a 10 quilômetros da costa de Aracaju

As plataformas estão localizadas próximas à Foz do Rio Sergipe, em uma região chamada de 'Boca da Barra'. A Petrobrás informou que já existem equipes de mergulho analisando o acontecido e que o vazamento já foi totalmente controlado.

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Ainda segundo a mesma, não há risco de o vazamento chegar a costa e foram tomadas medidas cabíveis para que se evitem impactos ambientas. Também quatro plataformas no local estão desativadas por tempo indeterminado.

Uma semana antes do incidente, a própria Petrobrás afirmou em nota que a bacia de Sergipe-Alagoas dava bons rendimentos a empresa. De acordo com a avaliação feita naquela ocasião, as jazidas petrolíferas do poço 3-BRSA-1286-SES são bastante profundas e rentáveis. Pesquisas realizadas desde o ano de 2012, quando foi descoberta, confirmam isso. A bacia extrai seus recursos petrolíferos de águas ultraprofundas, também produz óleo e gás de boa qualidade e em grandes quantidades. O incidente dessa semana, segundo o próprio sindicato dos petroleiros locais, não deve afetar a produção.

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No entanto, o duto onde aconteceu o vazamento foi totalmente esvaziado e no local do furo foi introduzido uma braçadeira, o objetivo é que essa solução segure a falha até que a troca do duto seja feita.

No entanto, por precaução, as plataformas foram evacuados e embarcações já se encontram no local para a realização do recolhimento do óleo vazado, além de tomarem os devidos cuidados com os setores mecânicos envoltos do duto que ocasionou o vazamento. #Petrobras