As prisões de oito executivos ligados à FIFA, entre eles, o brasileiro, ex-presidente da CBF, José Maria Marin, aumentou a pressão em torno da entidade máxima do #Futebol para rever as escolhas das sedes paras as Copas de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar, supostamente feitas com irregularidades.

A procuradora-geral dos EUA, Loretta Lynch, chegou a afirmar que os escândalos estão só começando. No entanto, a Federação divulgou em nota que não há motivos para rever a decisão, e que ambos os Mundiais serão realizados nos respectivos países escolhidos. Caso as sedes sejam, de fato, confirmadas, será a primeira vez em que a Copa do Mundo de futebol será realizada na Rússia e também em um país do Oriente Médio.

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Inclusive, no caso deste último, pela primeira vez na história haverá mudança no calendário do torneio, que será realizado em dezembro, e não entre junho e julho, como é tradição. A mudança busca evitar que os atletas sofram com o forte calor da região, comum no meio do ano, período de verão no hemisfério norte. #Corrupção