Segundo os sites G1 e Folha, no começo de abril alguns consumidores da cidade de São Paulo ficaram surpresos na hora de pagar suas compras, ao saber pelos caixas dos supermercados, que as sacolas plásticas seriam cobradas. O preço variou de R$ 0,08 até R$ 0,23 em alguns estabelecimentos, outros continuaram apenas avisando que logo teriam de cobrar pelas mesmas.

Esta nova lei das sacolinhas foi sancionada na gestão Gilberto Kassab mas não falava nada sobre cobranças das sacolas, apenas que as mesmas passassem a ser de material reciclável e que pudessem ser reutilizadas para lixo orgânico e coleta seletiva. Afinal, a reciclagem é sim algo bom para a sociedade consumidora que produz tanto lixo, proteger o meio ambiente é nosso dever desde que os estabelecimentos não tirem vantagem financeira disso.

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Para a Prefeitura de São Paulo, é dever dos supermercados contribuir com a Política Nacional do Meio Ambiente, conforme a lei 6.938/81, e fornecer alternativas e estimular o uso das sacolas reutilizáveis.

Na terça-feira (28), um acordo definiu que o consumidor poderá usar até duas sacolas plásticas, pagando somente o excedente, e terá um desconto nas compras se levar sacolas retornáveis de casa. Este acordo começa a valer somente no dia 11 de maio. No caso das 2 sacolinhas gratuitas, o período valerá apenas 2 meses, terminando em 10 de julho para que a população se acostume a esta nova realidade. O desconto nas compras para quem usar suas próprias sacolas retornáveis valerá por 6 meses terminando em 10 de novembro. Este desconto será de R$ 0,03 a cada 5 itens comprados.

Na última quarta-feira, 29 de Abril, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, solicitou na #Justiça um pedido para cessar a cobrança das sacolas plásticas nos supermercados da cidade.

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Esta ação é contrária a APAS (Associação Paulista de Supermercados).

"A cobrança do material pode gerar um sentimento de antipatia por parte do consumidor, desestimulando a adoção de um comportamento ecologicamente consciente", diz nota da Prefeitura. #Governo #Opinião