O dia começa e já existem longas filas em frente as agências de emprego devido ao aumento do #Desemprego no Brasil. Segundo o IBGE, é a maior taxa para o mês de maio desde 2010 e sentida principalmente por pessoas que não tem qualificação. Será ? O desemprego não escolhe classes sociais, nem grau de formação.

Nas filas para entregas de currículos, na busca de uma recolocação profissional se encontram profissionais de todas as áreas. Uns com formação técnica, outros sem formação alguma, apenas a procura de uma vaga que não tenha muitas exigências somente para suprir o alimento para o lar. Até os que já tem formação acadêmica em alguma área da cadeia produtiva , mas infelizmente encontram empecilhos para alcançar a tão sonhada porta de emprego aberta.

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Olhando para as fisionomias dessas pessoas, o desânimo resplandece, porque a situação do país é delicada e não existe perspectiva de mudança a curto prazo. Muitos pais de #Família desesperados, a procura de esperança, muitas mães desoladas por saber que estão passando por momentos difíceis e só com #Trabalho é que poderão atravessar essa fase sem sofrer muito e por isso esperam nas filas.

Na DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM, diz-se que:

Artigo. XXIII -1. Todo homem tem direito ao trabalho, a livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e a proteção contra o desemprego.

Mas o que o governo está fazendo para que esta declaração seja de fato cumprida? Para que o desemprego no país diminua, assim como deve diminuir o sofrimento daqueles que buscam uma vaga para trabalhar e trazer dignidade para a sua família?

Homens , mulheres e jovens aprendizes, tem se colocado à disposição, mas não encontram oportunidade , não encontram solução para esse grave problema social, que afeta muitos.

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O país precisa produzir uma classe trabalhadora, que faça valer seus direitos e que cobre das autoridades constituídas a resolução dos problemas, que tire os empecilhos para que os empresários invistam e contratem funcionários, pois esses profissionais desligados das empresas, esperam ansiosos a chance de fazer a nação voltar a crescer.