Uma menina de 12 anos foi estuprada por cinco adolescentes no mês passado no bairro Paiol na cidade de Nilópolis, que fica na Baixada Fluminense no Rio de Janeiro. Segundo o Jornal Extra RJ, a jovem menina está muito traumatizada e envergonhada com a violência sofrida.

Segundo os familiares da vítima, a menina sempre voltava da escola a pé. No dia do #Crime, ela voltava na companhia de uma colega da escola que a convenceu a ir até um local conhecido como Fazendinha, onde os cinco adolescentes já as aguardavam. Assim que chegaram neste lugar, a colega pegou todos os pertences da menina e foi embora do local. A menina teve suas roupas rasgadas e em seguida foi estuprada pelos menores de idade e por um adolescente de 18 anos. 

A família da menina está inconformada com tamanha brutalidade.

Publicidade
Publicidade

A mãe da menina relata que "minha filha quando viu os garotos tentou correr, mas foi agarrada pelos cabelos, teve seu uniforme escolar arrancado do seu corpo e foi abusada". 

Ao ser encontrada por vizinhos, ela estava chorando, gritando e sangrando. A mãe ainda ressalta que ela está sendo medicada como deve ser no caso de estupro, que está traumatizada e que acorda gritando durante a noite.

Retorno às aulas

A menina foi transferida do turno da tarde para o da manhã mesma escola. A diretoria da instituição escolar deu a ela sete dias de afastamento. Assim, o convívio escolar só vai acontecer no segundo semestre deste ano. A família acredita que o retorno vai ser muito difícil.

Investigação do crime

A polícia civil mantém as investigações sob segredo de #Justiça, porém afirma que já identificou todos os envolvidos no estupro e já vai encaminhar o inquérito para o Ministério Público no mais tardar em 10 dias.

Publicidade

A polícia tem em mãos o vídeo com as imagens do estupro e o mesmo está sendo analisado. 

A mãe da jovem disse que o vídeo foi compartilhado entre alguns alunos da escola, o que causa ainda mais constrangimento a sua filha e a toda família. A mãe pede justiça e diz que mesmo sabendo que quatro dos garotos são menores e apenas um de 18 anos, espera que sejam punidos rigorosamente. A mãe ainda afirma que "a polícia está fazendo a parte dela. Minha filha vai andar com medo na rua, sem saber em quem confiar, quero justiça, muita justiça, mesmo sendo menores de idade".