A Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, no interior de São Paulo, corrigiu em nota uma informação bastante divulgada pela mídia nacional na semana anterior de que a enfermeira e professora da Instituição, Mariana Machado, de 30 anos, teria morrido após a tentativa de realizar, durante 48 horas, o parto do seu filho em sua própria residência.

A universidade informou que, na verdade, Mariana, que também atuava como Professora-Doutora em uma Escola Técnica de Enfermagem na cidade vizinha de Ribeirão Preto, veio a falecer dez dias após ter realizado uma cirurgia de cesárea.

Ainda de acordo com a nota da UFSCAR, Mariana Machado teria chegado ao #Hospital local em ótimo estado de saúde.

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A universidade criticou duramente o preconceito existente com relação ao parto normal e humanizado, reproduzido de maneira irresponsável e sem o menor conhecimento de causa por diversas pessoas nas redes sociais durante a divulgação da notícia equivocada.

Além disso, a Instituição de Ensino Superior também criticou de forma acintosa toda a imprensa que noticiou uma informação sem a menor apuração, critério básico e indispensável do bom jornalismo.