Infelizmente, a violência também é rotina dentro da maioria das escolas em todo Brasil. Não é incomum ver noticias sobre professores agredidos pelos seus alunos dentro e fora das instituições de ensino.  Nos edifícios onde a prioridade deveria ser #Educação e cultura, encontram-se profissionais de ensino acuados, desmotivados e perseguidos por alunos e muitas vezes pelos pais dos estudantes.

As famílias estão cada vez mais distantes das escolas e cada vez mais desestruturadas, não prezam pelo respeito ao próximo, delegam a obrigação de educar seus filhos aos professores e funcionários das instituições. Na maioria das vezes pais e responsáveis literalmente lavam as mãos e em alguns casos incentivam a violência.

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A falta de limites e de educação imposta pelos pais e responsáveis e com a certeza da impunidade, o sistema faz dos professores presas fáceis. 

Professora agredida covardemente

Mais um caso de agressão contra uma professora vai entrar para as estatísticas do Brasil, que se diz, "pátria educadora". Desta vez a vítima foi a professora e diretora da Escola Estadual Senador Lourival Fontes, localizada em Aracaju em Sergipe. Conforme informações apuradas pelo site Yahoo Notícias, Carla Valéria de Oliveira de 41 anos foi brutalmente agredida nesta sexta-feira (10), por um de seus alunos de 16 anos.

Entenda o caso

Segundo informações da vítima e dos funcionários da escola, um grupo de alunos estourou uma bomba de São João dentro do banheiro masculino da instituição, onde um dos mictórios foi totalmente destruído.

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Os responsáveis pela escola fizeram a apuração do caso para que os que participaram da ação fossem punidos pela destruição de patrimônio público e/ou vandalismo. Quando os responsáveis chegaram aos nomes dos envolvido estava entre eles o estudante agressor de 16 anos. 

Ao saber que seria expulso da escola, o aluno de 16 anos ficou enfurecido, andou pelos corredores da escola cantando uma música incitando a violência e ao se deparar com a professora disse: "eu saio, mas eu lhe mato antes". E então partiu para cima da professora e a agrediu violentamente. Carla conta que depois de tomar o primeiro murro ela foi ao chão e que ele continuou dando socos e batendo sua cabeça na parede: "eu só conseguia gritar pedindo socorro". Depois da agressão, o aluno saiu dizendo que a professora estava morta e deixou a escola andando tranquilamente.

Carla ainda muito ferida e abalada deu uma entrevista à uma rádio local da cidade, onde afirmou que "desistiu de ser professora, desistiu da escola e que neste momento ela só sente medo e tristeza".  #Justiça #Crime