No mês de abril foi divulgado um protesto em quatro capitais do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Curitiba. Nessa sexta-feira, 24 de julho, taxistas também paralisaram as principais vias da cidade do Rio de Janeiro em protesto contra um aplicativo de carona solidária.

O App Uber conecta diretamente usuário com veículos cadastrados em seu sistema. Embora afirme não ser uma empresa de táxi. A mesma exige condições para cadastro de veículos como por exemplo ser carro de luxo, preto, com banco de couro e ar condicionado. Mesmo sendo notificada por autoridades continuou sua atividade e também não se propôs a se adequar conforme as normas legais para o serviço.

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E ainda reage aos protestos oferecendo corrida de graça e entregando picolés durante manifestação.

Em contrapartida as agências fiscalizadoras relatam que não há como fiscalizar o serviço, conforme o próprio diretor do Departamento de Transporte Público da cidade de São Paulo, relatou que "montar flagrante" realizando chamados pelo App "é proibido por lei" que eles são obrigados a executar a fiscalização conforme algumas normas e quando identifica alguma irregularidade encaminha para autoridades policiais.

Devemos estar sempre atentos as normas de segurança ao procuramos preços acessíveis.

A elaboração de normas, regras e leis ocorrem sempre por algum motivo e sempre tem por base algum dado estatístico a exemplo da lei que o obriga o uso do cinto de segurança, bem como as leis que regulamentam o exercício dessa profissão.

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Em um país como o nosso, que inclusive tem Código de Defesa do Consumidor e Associação de Normas Técnicas, onde comprovadamente se indeniza um consumidor por qualquer dano ou prática abusiva e normas a serem atendidas antes do inicio de qualquer atividade, é estranho a operação comercial de um produto como esse, mas não é estranho o consumidor não saber diferenciar entre o certo e o errado.

Claro que a utilização de tecnologia deve ser apontada como diferencial, ainda mais quando traz benefícios para ambos os lados.

Onde será que está o erro? #Negócios #Educação #Legislação