A morte da turista italiana Gaia Molinari permanece ainda um mistério para a polícia do Ceará. Ela foi morta no dia 24 de dezembro de 2014, na praia de Jericoacoara, em Jijoca, cidade do interior do Ceará, muito famosa por suas belas praias e paisagens. Decorridos sete meses após a prática do #Crime, a polícia ainda não conseguiu elucidar o caso e o mesmo segue com autor desconhecido.

A família, ainda inconformada com o fato, solicita das autoridades brasileiras e cearenses uma solução para o escabroso crime e a identificação e prisão do autor do homicídio.

Gaia Molinari era natural da cidade de Piacenza, Itália. Autoridades do Consulado da Itália no Brasil viajaram para a cidade natal da vítima para continuar os diálogos com os parente mais próximos da mesma, a fim de colher maiores informações sobre a turista.

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Alguns deles estão apreensivos sobre o caso e pedem um solução para o mais rápido possível.

O crime ocorrido na cidade de Jijoca chamou a atenção do mundo inteiro. Esta cidade é mundialmente conhecida por uma das suas mais belas praias, a de Jericoacoara. Esta é famosa pela presença de suas formações rochosas naturais, esculpidas pelo mar. Também é destino certo de grande parte dos turistas internacionais que visitam o Ceará. Assim, o fluxo de pessoas desconhecidas, principalmente turistas, é muito intenso.

Muitos que a visitam pela primeira vez gostam e acabam voltando para fixar residência. Foi exatamente em uma destas trilhas que dão acesso às praias que a turista foi morta por estrangulamento na noite do dia 24 de dezembro de 2014. 

Pelas investigações da polícia, sabe-se que Gaia viajou de Fortaleza para Jericoacoara na companhia de uma colega de quarto, a farmacêutica carioca Miriam França.

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As duas se conheceram às vésperas do crime e hospedaram-se no mesmo quarto em Jijoca. No dia posterior ao crime, a farmacêutica retornou para Fortaleza sozinha. A delegada da época, Patrícia Bezerra, chegou a solicitar a prisão da mesma, por suspeita de participar do crime.

Foi preso também um nativo da região por suspeita de participar do homicídio, porém, foi posto em liberdade, depois que as investigações concluíram a sua não participação no crime. A carioca, principal suspeita e última pessoa a estar com a turista na noite anterior ao crime, também foi posta em liberdade, mediante habeas corpus.

O caso segue em novas diligências. Os funcionários da pousada onde Gaia ficou hospedada foram orientados a não falar sobre o crime ou sobre a investigação que está sendo feita atualmente.  #Justiça #Casos de polícia