Um bebê que nasceu com má formação nasal tem dificuldades em se alimentar por que não consegue respirar normalmente, conforme apurou o portal de notícias G1.

A pequena Isis de Oliveira Lopes dos Santos tem apenas 45 dias de vida e já vem lutando por sua sobrevivência diariamente. A família de Isis é da cidade de Santos, litoral paulista e vem buscando ajuda para conseguir um diagnostico correto sobre a má formação nasal e um #Tratamento que evite tamanho sofrimento para o bebê.

Por causa da má formação nasal o bebê precisa de um tratamento específico para correção do problema e para garantir melhor qualidade de vida para Isis.

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Família da Isis precisa de ajuda

A mãe da criança é Geovana dos Santos Oliveira, de 17 anos. Ela, o bebê e o namorado estão morando com a avó materna do bebê. Os pais da criança estão desempregrados e a falta recursos para buscar o tratamento adequado vem transformando os dias da família em tristeza e angústia.

Geovana relata que a filha não consegue respirar pelo nariz, que respira somente pela boca o que torna a amamentação bastante complicada. Por causa da falta de ar, ela deixa de mamar quando se sente sufocada, fica agitada e precisa de alguns minutos para que a respiração volte ao normal.

O bebê nasceu na Santa Casa de Misericórdia de Santos, que preparou um encaminhamento para o Hospital das Clínicas em São Paulo. contudo a família não teve condições financeiras de levá-la para a avaliação.

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Segundo o laudo, Isis nasceu com displasia internasal com presença de cútis gyrata (crescimento de pele em excesso), foi pedido uma avaliação minuciosa, pois existe a suspeita de que o bebê apresente "provável fissura de classificação de tessier", ou seja, ela pode apresentar problemas faciais mais graves.

Primeira avaliação

A mãe de Isis conseguiu avaliação e transporte gratuito para um hospital referência na cidade de Campinas. A avaliação foi feita no dia 20 de julho no Hospital Sobrapar que é uma instituição particular e de filantropia, especializado em cirurgias e recuperação de pessoas com deformidades craniofaciais congênitas ou adquiridas.

Contudo, as notícias não fora as melhores. Segundo Geovana, após a avaliação ela recebeu a notícia que deve esperar a filha completar oito anos de idade para iniciar o tratamento, que enquanto isso deve usar soro fisiológico nas narinas do bebê.

Isis possui narinas muito pequenas, o que a impede de respirar corretamente, segundo seus pais ela acorda várias vezes durante a noite sufocada, causando muito desespero. A mãe questiona "se é justo a filha esperar por tantos anos para receber um tratamento?". Segundo ela, quanto mais rápido conseguir o tratamento adequado, menos sofrimento será imposto a sua filha.  #Medicina #sistema de saúde