De acordo com o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) o Brasil fechou quase 160.000 postos de trabalho somente em julho de 2015. Esse número só vale para trabalhadores com carteira assinada e o índice foi divulgado hoje (21). De acordo com o órgão, os primeiros 4 meses do ano foram de mais demissões do que contratações no Brasil. O Ministério do Trabalho registra o pior número, em relação ao #Desemprego, desde 1992.

Nesta sexta-feira (21), o Ministro do Trabalho afirmou em uma reunião em São Paulo/SP, que o resultado do mês de julho seria complicado, porém não citou números. O ministro Manoel Dias afirmou que o momento é de "arrumar a casa" para que o país volte a gerar empregos.

Publicidade
Publicidade

Com a economia em recessão era esperado o fechamento de vagas, mas não em um número tão alto e assustador.

Com a inflação em alta e as família muito endividadas, o aumento significativo dos impostos e o corte de investimentos, a economia brasileira respira com a ajuda de aparelhos. A situação é grave e enquanto o #Governo Federal não apertar o cinto e diminuir o tamanho da máquina pública ficará difícil sair desse período complicado para as contas do Brasil. Desde o início do ano, de acordo com dados oficiais, foram fechados quase 500.000 postos de emprego com carteira assinada no país.

Inflação 

Em 13 anos o Brasil tem a inflação mais alta. As projeções oficiais apontam para quase 10% no índice e um PIB (Produto Interno Bruto) negativo em 2%. Clique aqui e leia a notícia completa. Para 2016 os indicadores não são nada bons.

Publicidade

De acordo com especialistas o PIB poderá ficar em 0% para 2016, isso se não ficar negativo.

Recessão

As vendas no comércio são as piores desde 2003. É a primeira vez, em 15 anos, que os cinco primeiros meses do ano são de números negativos para o comércio brasileiro. A alta dólar, juros nas nuvens e a queda no consumo das famílias brasileiras agravam ainda mais a situação. Para ler a notícia completa clique aqui. Outros setores da economia também amargam quedas bruscas em seus números. O setor automobilístico está demitindo e a indústria cortando investimentos. #Crise econômica