Depois de 20 projetos para correção do FGTS terem circulado pela Câmara dos Deputados nos últimos anos, enfim, uma proposta foi aprovada, inclusive, com apoio do #Governo, quase sempre derrotado na Câmara, sobretudo, nas últimas votações. O projeto segue agora para passar pela avaliação dos Senadores, para depois, caso aprovado, seguir para avaliação da Presidente Dilma.

O site Blasting News Brasil foi saber a #Opinião de especialistas sobre o que, de fato, é preciso ser feito para se realizar uma correção justa do FGTS e que favoreça o trabalhador brasileiro, principal interessado nessa mudança.

“Acredito (melhor dizendo: acreditava) na possibilidade de se aumentar a remuneração do trabalhador sem mudar as regras do financiamento, com aumentos escalonados a longo prazo (10 – 15 anos).

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Porém, o tempo na política é diferente e algumas pretensões são apenas isto: pretensões. Do jeito que foi votado, certamente, dividirá opiniões”, afirma Bianca Sandes, advogada.

“Há necessidade de flexibilizar, ao menos uma parte do saldo, para que o participante possa utilizá-lo em aplicações diversas, como ocorreu quando foi possível aplicar até 30% do saldo em ações da Petrobrás. Além disso, com relação ao saldo restante, a necessidade de melhorar a rentabilidade, que hoje é a mais baixa do mercado”, garante Ricardo Balistiero, Professor e Economista.