Em tempos de crise política e econômica, tudo pode ser questionado e vir a público. Nem bem foi divulgado o projeto de aumento do FGTS aprovado pela Câmara dos Deputados no início da semana, obtendo até mesmo o apoio da bancada do #Governo, e mais uma denúncia foi divulgada nos setores de imprensa do país.

Na última segunda-feira, 17, a Controladoria Geral da União (CGU) questionou os ganhos obtidos pela Caixa Econômica Federal na administração do FGTS. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, as primeiras denúncias feitas pela CGU ocorreram no ano de 2011, voltando à tona novamente agora, após o anúncio da aprovação da Câmara, referente a correção do Fundo.

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De acordo com a Controladoria, subordinada, inclusive, ao próprio Governo Federal, não tem justificativa as altas taxas cobradas pelo banco para administrar apenas uma parte dos recursos do FGTS, sobretudo, com relação aos empréstimos para áreas como: investimento em empresas de grande porte e habitação.

Em nota, a Caixa Econômica Federal se defendeu afirmando que toda cobrança feita pelo banco é realizada de forma legal e está compatível com as margens.