A capital do estado de Mato Grosso do Sul, Campo Grande vem sofrendo de contundente com a falta de acordo entre os profissionais da #Educação e nossos governantes, inclusive para que haja um acordo terá que haver uma intervenção do tribunal de justiça para intermediar as negociações, uma vez que o sindicato está 73 dias tentando sem sucesso um acordo de reajuste salarial para a correção da inflação. Primeiramente recorreram ao poder executivo sem sucesso, posteriormente ao legislativo também não obtendo o sucesso almejado. Por isso a greve dos professores não tem datar para acabar.

A Prefeitura fez uma proposta alternativa de 8% de reajuste no ticket alimentação no período de 90 dias e após este período alcançar o valor solicitado pelos grevistas.

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Porém os mesmos não aceitaram propostas e querem a o reajuste integral para que se integre ao piso nacional.

Agora questiono os senhores leitores, que país é este que não dá valor ao principio básico de qualquer nação que almeja um dia ser uma grande potência, é a educação em primeiro lugar, exemplo para todos ver é o Japão.

A questão não tem nada a ver com a capacitação de nossos profissionais da educação, porém não precisamos ser profissionais de educação para saber que este ano está praticamente perdido. Os alunos ficaram mais de sessenta dias sem aula, sem ao menos pegar no caderno para relembrar parte de seu aprendizado. A sequência foi quebrada e o reflexo disto iremos ver nos anos seguintes, onde o indivíduo não saberá os princípios básicos da matemática e a culpa dele? Não, a culpa é dos governantes que não tem a sensibilidade para refletir a longo prazo a repercussão daquele período que o aluno ficou ausente, e o quanto aquela ausência irá dificultar em seu intelecto, seja ela para o término do curso ou para outros sonhos que tinha. 

Uma reunião de conciliação foi marcada para dia 24 de agosto, vamos esperar que haja um acordo.

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