Outra informação que circulou em diversos noticiários do país nesta última semana foi com relação ao rebaixamento da nota do Brasil feito pela Agência Moody’s, que muda a perspectiva, antes negativa, agora para estável.

Mesmo assim, com redução da nota, o país ainda foi mantido com o selo de bom pagador, referente a quitação da sua dívida externa, mantendo também o grau de investimento, porém, agora mais baixo.

“Com o rebaixamento da nota do Brasil feito pela Agência Moody’s, que é o principal indicador de segurança e credibilidade para aqueles que investem em nosso país, isso vai gerar ainda mais incertezas e insegurança, fazendo com que o preço do dólar se eleve frente ao real, o que impactará em um possível aumento ou manutenção da inflação em patamares elevados nos próximos meses”, alerta o professor de economia da IBE-FGV, João Mantoan.

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A agência informou, em nota, que o rebaixamento foi efetivado em decorrência de um desempenho mais fraco da economia brasileira nos últimos meses, além da falta de consenso entre os políticos brasileiros quanto a implementação das reformas fiscais.

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