O dia dos pais vai ficar eternamente marcado de maneira trágica e muito triste para a família do estudante de direito Daniel Adolpho de Melo Viana, que foi covardemente assassinado durante uma calourada na cidade de Belo Horizonte, MG.

O #Crime aconteceu na madrugada de sábado (8), em uma calourada que tinha aproximadamente 2.000 pessoas nas proximidades da PUC MG, unidade Coração Eucarístico, no bairro Don Cabral em Belo Horizonte. Daniel que era estudante do ultimo período de direito de outra faculdade de BH, foi ao evento com alguns amigos e infelizmente acabou sendo assassinado de forma cruel e covarde com um tiro a queima roupa no rosto, simplesmente por ter esbarrado em Pedro Henrique de 29 anos, que foi preso em flagrante.

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Revolta e tristeza no enterro de Daniel

Daniel foi enterrado na manhã do domingo (9), no dia dedicado aos pais. Familiares e amigos de Daniel estavam inconformados com a brutalidade do crime e por causa do motivo banal, um 'esbarrão'.

Aproximadamente 100 pessoas estavam na despedida de Daniel, o enterro aconteceu as 10 horas da manhã de domingo (9) no cemitério do Bonfim em Belo Horizonte.

Lágrimas, tristeza e pedidos de justiça marcaram o velório do estudante, todos falavam com muito carinho da excelente pessoa que partiu de maneira tão cruel e da falta que Daniel irá fazer para a família, amigos e colegas de trabalho. Todos sem exceção disseram que a lembrança que vão levar de Daniel é de uma pessoa alegre, de bem com a vida, prestativo e muito querido na faculdade, entre os familiares e pelos colegas do escritório de advocacia onde ele era estagiário.

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A mãe de Daniel, Wania Lúcia de Melo Viana, 52 anos, estava transtornada e inconsolável, ela afirmou que "a sensação é de impotência, mataram meu filho e eu não posso fazer nada". Ela ainda disse que Daniel era um excelente filho, amigo e companheiro que se preocupava com todos da família. A irmã de Daniel tem 17 anos e está desolada, segundo familiares ele cuidava dela, eram muito amigos e tinha prometido para a jovem que jamais a abandonaria.

A namorada de Daniel, Nicole Mariá Mancebo, disse para a equipe do Jornal O Tempo, que "é um momento de extrema tristeza, que perder uma pessoa assim tão jovem de maneira tão brutal é irreal, que a ficha ainda não caiu". O pai de Nicole, 'sogro' de Daniel, afirmou que tinha o estudante "como filho", que ele era um rapaz muito especial, que vai se lembrar sempre da alegria e do carinho que sempre teve com a família da namorada.

Todos os presentes tinham um desejo em comum, justiça! Família, amigos, colegas e a sociedade como um todo pede e espera que a justiça seja feita. É preciso ter segurança pública de qualidade e leis rígidas, para que as famílias brasileiras não continuem enterrando seus jovens. #Investigação Criminal #Casos de polícia