Um dado curioso foi apresentado pela psicóloga norte-americana Pamela Rutledge em sua recente passagem pelo Brasil. Segundo ela, pessoas menos radicais quase sempre não são atraídas para expor opiniões em espaços virtuais da #Internet, como as redes sociais, sobretudo, o Facebook, cada vez mais palco para ofensas e agressões na WEB.

A #Blasting News Brasil ouviu dois especialistas brasileiros, que avaliaram esta informação curiosa.

“Acredito que pessoas mais maduras, com maior experiência, sabem que não se deve envolver em tais discussões. Já quem não é muito estável pode sim encontrar nas redes sociais um lugar para colocar para fora suas frustrações, sua raiva.

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Como não é uma pessoa com comportamentos assertivos, procurará de alguma forma uma vítima para direcionar o que está explodindo dentro de si mesmo, até como forma de se aliviar das tensões. O importante é que se uma pessoa for alvo dessa situação, deve ter claro que a agressividade é do outro e não deve tomar para si as agressões a ela dirigidas”, orienta a psicóloga Luciana Kotaka.

“Hoje as pessoas querem ser mais emissoras do que receptoras. Portanto, escrever qualquer coisa sem qualquer fundamento, ou seja, sem ter mínimo domínio do assunto, faz estes emissores repetirem algo que nem acreditam. O espaço ‘ambiente da internet’ é indispensável na comunicação, porém, sem educação, qual seja educação digital, vamos vivenciando os abusos. Novas medidas serão tomadas para neutralizar os referidos abusos, como medidas legislativas e o mais importante: educativas”, garante o advogado especialista José Roberto Chiarella.

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#Violência