O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) liderando outras organizações que lutam pelo direito à moradia, ocuparam em Boa Vista, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte as sedes do Ministério da Fazenda.

No final da tarde, o MTST comemorou a nota divulgada pela Secretaria geral da Presidência da República, que reafirmava o compromisso de continuidade da terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida.

O MTST considerou que o anúncio deveu-se à movimentação realizada, garantindo que continuarão mobilizados para garantir a efetivação das conquistas.

O Governo, em uma Nota à Imprensa, declarou que diante das manifestações realizadas na quarta-feira, 23/09, pelo MTST, que reafirma o compromisso de manter e avançar o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

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Segundo a Nota, o programa está concluindo a sua terceira etapa. A presidência considera que a intensa e dedicada participação dos governos estaduais e municipais, setor empresarial e movimentos sociais tornou possível as conquistas alcançadas.

As mudanças, realizadas após acordo com todos os envolvidos, destacam-se a majoração da renda da Faixa 1 de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família, a criação de um grupo intermediário de renda, a Faixa 1,5, contempla famílias com renda intermediária, com renda mensal de até R$ 2.350,00, recebendo subsídio de até R$ 45 mil.

As entidades ligadas aos Movimentos sociais, como o MTST, continua a nota, poderão protocolar projetos junto às instituições financeiras que serão analisados conforme as regras do programa. Os empreendimentos com melhor localização terão prioridade para a seleção.

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O programa, em parceria com os movimentos sociais executarão a modalidade Entidades.

Finalizando a nota, "é reafirmado o compromisso com a manutenção de condições diferenciadas para as famílias que se enquadrem na Faixa 1. A alteração da fonte de financiamento dessa faixa será acompanhada de medidas que preservem as condições favoráveis aos beneficiários".

O Programa Minha Casa, Minha Vida contratou 4 milhões de unidades habitacionais desde 2009, o total investido remonta a mais de R$ 270 bilhões. Do total contrato, está em construção 1.7 milhão de unidades. #Manifestação #Dilma Rousseff #Crise econômica