Segundo as informações, o dançarino teria sido morto por arma branca onde mais de um golpe teriam sidos aplicados em suas costas, no domingo, 31 de agosto, enquanto acontecia a Parada Gay de Sergipe, na Orla de Atalaia, capital Aracaju. Ele teria sido vítima dos criminosos que estavam praticando assaltos no evento. Tayrone Rodney Menezes Ribeiro, 26, teria se recusado a entregar a sua corrente de prata a um desses possíveis criminosos onde um deles respondeu à atitude do dançarino com facadas, na presença do pai do professor e de um amigo seu. Tayrone veio à óbito momentos depois do crime e o fato abalou o evento e a mídia da capital sergipana.

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O delegado Fernando Melo da Delegacia de Turismo (Detur) falou em entrevista que esse caso esta sendo encarado como um latrocínio e que esta investigando e ouvindo as pessoas que estavam presentes no local onde a Parada Gay estava sendo realizada. “Estivemos ouvindo as pessoas que estavam em companhia do Tayrone naquele evento, inclusive o próprio pai que estava em companhia dele. Nós continuaremos investigando para descobrir se de fato a pessoa que cometeu os golpes foi a mesma que fez tentativas de furtar a corrente onde logo depois de ter conseguido furtar, aplicou os golpes de faca. Mas para isso nós precisamos continuar ouvindo as testemunhas que presenciaram o crime", disse o delegado.

O Ciosp situado na Orla de Atalaia – local onde o evento da Parada Gay Sergipana aconteceu, em Aracaju – detém de câmeras de segurança.

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Assim, os próprios investigadores da polícia já solicitaram a entrega das imagens do momento do crime, momentos antes e depois para que as investigações sejam concluídas o mais rápido possível e os possíveis culpados sejam punidos o quanto antes.

Ajude a polícia

A polícia sergipana ainda pede para que o povo sergipano utilize o disque-denúnica da polícia civil de Sergipe, 181. Através dele, é possível captar mais informações que contribuam com a busca desses criminosos e uma possível captura e prisão dos suspeitos desse caso como também de outros. #Violência #Casos de polícia