Após o anúncio do Orçamento da União para 2016, apresentado pelo governo nesta segunda-feira, dia 31, com déficit de R$ 30,5 bilhões, o #Governo agora corre para tentar reestabelecer o equilíbrio fiscal contando com o apoio do PMDB, que lidera o Congresso nacional.

Após o anúncio do déficit, o mercado financeiro reagiu com apreensão e o dólar teve alta. A moeda americana continua subindo nesta terça-feira, dia 1º, cotada a R$ 3,6650.

Apesar da previsão do governo de que a economia brasileira terá crescimento de 0,2% em 2016, analistas financeiros acreditam em queda de 0,5% para o próximo ano.

Na atual conjuntura, o governo liderado pela presidente Dilma Rousseff (#PT) aposta na aprovação do aumento de tributos pelo Congresso para sanar o buraco mostrado no documento orçamentário.

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Após desistir da criação de uma nova CPMF, imposto que daria fôlego aos cofres públicos, o governo quer o auxílio do PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer, para a criação de novas taxas que permitam arcar com as contas obrigatórias, como a da Previdência Social, que cujos gastos devem aumentar de R$ 89 bilhões em 2015 para R$ 125 bilhões no próximo ano.

“Vamos construir soluções para o aumento de receitas e diminuição de despesas”, disse o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. “Isso significa discutir qual é o cenário da evolução do gasto da Previdência, quais são as fontes de usos e recursos para a saúde, qual é a política de longo prazo para o funcionalismo público, quais são as principais despesas obrigatórias”, completou Barbosa. #Crise econômica