O que parecia ser enredo de um filme de terror tornou-se a mais assustadora realidade. Um homem de quarenta e um anos, morador de uma favela na zona sul de São Paulo, é suspeito da morte de oito pessoas. Todos os corpos foram encontrados em sua casa.

Nessa segunda-feira, 28 de setembro, o Brasil tomou conhecimento de um #Crime chocante, onde Jorge Luiz matou um travesti surdo chamado Carlos Junior. A polícia recebeu uma denúncia de que um homem havia sido morto e enterrado no endereço de Jorge. Chegando ao local, as autoridades policiais encontraram o corpo de Carlos debaixo de um sofá velho. Prenderam Jorge e perceberam que o homem era um assassino em série.

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Averiguando o local, foram encontradas duas covas, três corpos (além do corpo de Carlos) e uma ossada. O Corpo de Bombeiros foi acionado para colaborar, quebrando o piso da residência, de onde foram encontrados mais dois corpos em avançado estado de decomposição.

Na casa foram encontrados vários ossos humanos, como um fêmur e uma tíbia. Também foram apreendidos restos de pele humana, dois crânios e roupas infantis. A polícia mantém as buscas com a ajuda dos bombeiros e de dois cães treinados. Acredita-se que Jorge seja suspeito pela morte de outras pessoas que moravam na região e que desapareceram. Também há a hipótese de que dentre as vítimas esteja alguma criança, que provavelmente acompanhava uma das outras vítimas no dia do crime. Outros dois corpos já foram encontrados, totalizando oito assassinatos.

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A polícia também apreendeu um fogão sujo de sangue, mas não há indícios de canibalismo.

Jorge morava na Favela de Alba, localizada no Jabaquara, em São Paulo. Ele vivia em uma casa nos fundos do terreno onde moram seus pais, já idosos, e seu irmão, que é vendedor de produtos de limpeza na região. A família, que é muito pobre, precisou fugir da casa em que viviam, pois a vizinhança os culpa pelos crimes de Jorge e os ameaçam com represálias. Os pais do suspeito já prestaram depoimento à polícia e disseram que não moravam com Jorge e que não o visitavam em seu barracão no fundo da propriedade. Jorge já ficou preso por vinte anos por conta de duas condenações por homicídio. #Investigação Criminal #Casos de polícia