Com início previsto para o próximo dia 18 de outubro, o horário de verão no Brasil deve novamente mudar o ritmo da rotina da maioria dos brasileiros em 10 estados, além do DF, os quais deverão adiantar seus ponteiros do relógio em 1h (uma hora) de sábado para domingo à 0h (meia noite). O horário ficará em vigor nesses estados até dia 21 de fevereiro de 2015.

Segundo informações do Ministério de Minas e Energia e publicadas no site G1 neste final de semana, o horário de verão 2015/2016 terá duração em torno de 4 (quatro) meses, em conformidade com as regras determinadas em decreto do ano de 2008, o qual teve sua última revisão há 2 (dois) anos, fixando este período de 120 dias aproximadamente.

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Com a #Legislação que rege o horário revisada, somente as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terão seus horários modificados, mais o Distrito Federal. O horário brasileiro de verão chega à sua 39º edição em 2015, com a meta de racionalizar o uso da energia no país pelo período que ele fica em vigor, sua primeira implantação no Brasil foi ainda no início década de 30, explica o site.

O Ministério de Minas e Energia também esclarece que a economia neste período do horário brasileiro de verão, é bastante expressiva já que chega na casa dos 4 (quatro) bilhões de reais, representados por aproximadamente 2.250 MW (dois mil, duzentos e cinquenta Mega Watts), segundo o Ministério os custos de investimento no parque gerador de energia nacional podem ser evitados nesse patamar na contenção de consumo.

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Só para se ter uma ideia na última década, a média de redução no consumo de energia nos estados brasileiros que tiveram o horário de verão, foi de 4,6% em horários de grande pico de energia com relação ao seu consumo nacional.

O ano de 2015 foi marcado por expressiva alta nas tarifas energéticas por todo o país, pontuado pela escassez de água nos reservatórios, e por consequência de uma atividade econômica menos pujante nos últimos meses, o consumo registrou quedas e retração na demanda, além de medidas governamentais que refletiram em custos averbados de indenizações requeridas pelas transmissoras de energia e que tem sido repassados para o consumidor final, finaliza a matéria.  #Governo #Blasting News Brasil