Um imigrante português foi apanhado em flagrante com sessenta tipos de anabolizantes diferentes em sua posse pela Polícia Civil Brasileira em Ceará. O alegado criminoso estava vivendo desse seu negócio de venda de produtos que pudessem melhorar os resultados de todo o mundo que estava frequentando as academias do Bairro Aldeota. Segundo informa o site de notícias G1, o português estava vivendo em Fortaleza há mais de dois anos e, com esse negócio ilegal, conseguia ganhar mais de 30 mil reais por mês.

Durante dois anos, o português de 41 anos conseguiu enganar todo o mundo no aeroporto, quando conseguia ir buscar centenas de anabolizantes em Lisboa, Portugal, para fazer negócio aqui no Brasil, sem ninguém conseguir detectar nos testes de raios-x as substâncias ilegais.

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Porém, na sexta-feira passada, dia 16 de outubro,  a polícia brasileira apanhou o português com os produtos em suas mãos, detendo-o imediatamente.

Como afirma o site G1, ele estava operando nas academias do Ceará, tendo conseguindo ao longo de todo esse tempo vender centenas, se não milhares, de anabolizantes a brasileiros que, muito provavelmente com a pressa de obter resultados imediatos, nem tinham noção da ilegalidade e muito menos dos perigos que esses produtos muito fortes provocam a longo prazo no seu corpo. Eles serviam essencialmente como inibidores fortes de apetite, para que os seus usuários, depois de sua sessão de academia, não comessem muito.

A Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas já informou toda a imprensa brasileira que o alegado criminoso conseguiu enganar muita gente nos aeroportos, sobretudo por causa do uso de uma técnica que estava condicionando a carga de todas as suas malas, que continham centenas de anabolizantes.

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Contudo, depois de uma longa investigação, a Polícia Civil conseguiu esperar pelo melhor momento para pegar o imigrante português, que não conseguiu desmentir a acusação feita a ele, pois tinha acabado de ser apanhado com  o #Crime, literalmente, na mão. O imigrante aguarda agora seu julgamento no tribunal. #Casos de polícia