O #Crime organizado nos presídios paulistas fica a cada dia mais sofisticado. A polícia anda em alerta, pois é crescente a entrada de aparelhos celulares neste locais, principalmente nos dias de visitas. Entretanto, pode-se até dizer, que este problema já não é grande novidade. A polícia vem intensificando as revistas das pessoas que adentram aos presídios e casas de detenção para visita de familiares e amigos.

Apesar de todos os cuidados tomados, o crime parece sempre andar na frente da polícia. Nos últimos meses, foi detectado uma crescente apreensão de aparelho celulares cujas características não são iguais aos que o público em geral está acostumado a usar.

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São os chamados microcelulares. Eles representam verdadeiros inimigos quase " invisíveis" aos olhos da polícia. Estes aparelhos são fabricados na China, por isso não podem ser rastreados, pois não possuem registro na ANATEL .

Outro ponto a favor do crime é o tamanho destes celulares. Eles se assemelham a um chaveiro de abertura de portão automático. Possuem cerca de seis centímetros de comprimento, são quase do tamanho de uma tampa de caneta do tipo Bic, que mede cerca de 5,5 cm ou de um palito de fósforo,cujo comprimento atinge somente 4 centímetros.  Na comparação com um aparelho do tipo iPhone 6,  ele possui quase a metade do tamanho do aparelho da Apple, que mede entre 14 e 16 centímetros.

Outra característica do aparelho é a sua invisibilidade aos aparelhos detectores de metais, pois sua carcaça é feita toda de plástico e, por isto, passa facilmente nos equipamentos instalados dentro dos presídios, que buscam localizar a  entrada, justamente de celulares e de outros materiais ilegais.

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Os modelos que foram encontrados dentro dos presídios, além de não conterem o registro  e nome do fabricante, não são vendidos nas lojas comuns.

A polícia vem constantemente alertando todas as instituições prisionais, sobre  entrada deste tipo de equipamento, devido ao grande número de apreensões feitas. No primeiro semestre deste ano, foram feitos algo em torno de 7.300 recolhimentos deste aparelhos, em mais de 160 unidades prisionais, no estado, de acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Isto pode nos dar uma ideia da importância que os criminosos, mesmo dentro do presídio, dão ao aparelho. Ele passou a ser objeto de cobiça por quem quer manter o controle de suas facções criminosas, mesmo estando dentro dos presídios.  #Blasting News Brasil #Casos de polícia