O sarampo, bem como outras doenças como coqueluche e caxumba, voltaram a preocupar as autoridades sanitárias do Brasil devido ao aumento da incidência em várias partes do país.

Doenças consideradas controladas, tornaram se uma ameaça devido a falta de imunização da população, apesar de todas as campanhas de saúde que envolvem o tema.

Desde  o ano 2000, o país não registrava um caso de sarampo (com a contaminação registrada dentro do território nacional), mas os casos saltaram de 2 casos em 2012 para 732 em 2014 nos estados de Pernambuco e Ceará. O surto foi considerado controlado pelo Ministério da Saúde somente a 10 dias atrás.

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O fato de terem sido consideradas eliminadas no Brasil, levou a um relaxamento dos pais em relação a vacinação dos filhos. Segundo Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (P.N.I.) do Governo federal, caso haja um relaxamento na vacinação, os gastos e os esforços para interromper a transmissão serão muito maiores.

É um engano os pais acharem que as crianças não precisam mais da vacina porque a #Doença não é mais circulante. Com o grande número de turistas no país e as viagens dos brasileiros, é possível ter contato com as doenças e foi provavelmente o que aconteceu no Ceará e Pernambuco, o vírus pode ter sido trazido de uma viagem à Europa, ressalta Carla.

A vacina que previne o sarampo, a caxumba e a rubéola, são prevenidos pela mesma vacina, a tríplice viral, que é fornecida pelo Ministério da Saúde para todas as crianças.

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A primeira dose, que deverá ser tomada até os 12 meses de idade, tem alta cobertura, mais da metade das crianças não volta para tomar a segunda dose, informa a coordenadora do PNI.

Além do sarampo, outra doença que está preocupando as autoridades, é a coqueluche, que teve os índices de contaminação em crescimento em função da queda da adesão da vacina pentavalente, responsável pela imunização.

Como a doença em adultos não tem sintomas, os pais podem estra transmitindo a bactéria e disseminando a doença sem saber.

A nova estratégia do Ministério, é imunizar as mulheres ainda na gestação, mas a adesão das mulheres ainda é muito baixa. #Hospital #Alimentação Saudável