Um estudo que avaliou a situação econômica e social de 64 países concluiu que o Brasil se encontra entre os cinco mais mal colocados. O único ponto em que o país não está mal com os jovens é o otimismo. Eles ainda acham que terão um futuro bom. 

O estudo foi realizado por um instituto francês que tinha a intenção de avaliar como o jovem está representado em todos os cantos do mundo. A pesquisa foi composta de 59 indicadores ao todo. Foram analisadas questões econômicas no país desde o seu Banco Central até questões de política internacional, à medida em que elas concernem à vida da população de até 25 anos, como a representação nacional na UNESCO.

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O Brasil foi mal em todos os indicativos, praticamente. Num dos mais importantes, por exemplo, que avalia a qualidade de vida, o país figurou no péssimo 54º lugar. Outros indicadores de extrema importância, como empregabilidade e acesso universal à saúde, deixam o país atrás de outros historicamente problemáticos como o Vietnã.

Reflexo no futuro

O grande problema de ter um país que não cuida dos seus jovens é que poucas são as chances de num futuro próximo o país alcançar uma posição de desenvolvimento e alto índices humanos. Jovens que crescem sem perspectivas, dizem os pesquisadores, não adquirem o senso comunitário que deve servir para sempre melhorar a qualidade de vida em todos os setores. É como criar diversos organismos que na verdade podem ser nocivos ao futuro do país. 

Analisando friamente a pesquisa, pode-se dizer que o Brasil apenas se encontra na frente da Costa do Marfim, África do Sul, Mali e Uganda.

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Esses países têm sofrido com escassez de recursos e de uma história violenta que tem atrasado o seu desenvolvimento. O fato de o Brasil figurar entre eles evidencia fator preocupante. Os pesquisadores comentam que a fim de mudar tal realidade, é preciso atuar fortemente em políticas públicas que privilegiem os jovens. 

Saiba mais do que acontece no Brasil. Mulheres pobres e negras sofrem mais violência física. Em média, 13 mulheres morrem no Brasil todos os dias.   #Educação #Crise econômica #Crise no Brasil