A dançarina Ana Carolina Souza Vieira, de 30 anos, foi encontrada morta nessa quarta-feira (04) em seu apartamento na zona sul de São Paulo. A polícia afirmou que a dançarina teria sido morta pelo menos há três dias, e os funcionários do prédio encontraram o corpo dela enrolado na cama.

O ex-namorado Anderson foi preso depois de ter confessado ter matado Carolina estrangulada depois de uma discussão entre eles por motivos de ciúmes.

Relatou: “Estrangulei com minhas próprias mãos. Comprei chumbinho, veneno de rato, porque eu queria morrer abraçado com ela e fiquei com ela morta dois dias” disse Anderson.

Ana Carolina havia terminado o relacionamento há pouco tempo, “ela falou que não queria mais ele, e veio embora para São Paulo, e ele veio atrás dela só para matar”, disse a tia Margarida Ferreira.

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Anderson chegou a São Paulo na sexta-feira (30) e foi direto para o apartamento de Ana Carolina que entrou no condomínio mais logo foi retirado dali pelo os funcionários do prédio atendendo ao pedido da mesma, também pediu ao porteiro que proibisse a entrada dele. Mas depois dele insistir muito, ela permitiu a entrada dele novamente no apartamento.

Uma amiga de Ana Carolina disse em entrevista que o “Anderson, o ex-namorado, a matou por não aceitar perder a boa vida que ele tinha que ela dava a ele, era totalmente bancado por ela”.

Anderson já havia sido preso outras vezes, por tráfico de drogas e por #Violência doméstica em 2013, afirmou a polícia. O acusado vai responder por homicídio e ocultação de cadáver, ele pode ficar preso por até 30 anos de prisão sendo condenado pela justiça.

A família da dançarina Carolina espera a liberação do corpo do IML, para levar o corpo para Fortaleza, no Ceará, cidade onde ela nasceu.

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O laudo só ficara concluído em 30 dias devido à causa da morte pode demorar.

A mãe de Carolina, Antônia disse que espera que a justiça seja feita:

“Minha filha não merecia isso, se ele não for solto e tiver realmente justiça, vai dar certo conforto. A pena que ele merece é a justiça que vai dizer”, finalizou Antônia.             #Crime #Casos de polícia