A maior empresa de comunicação do país, o 'Grupo Globo', teve um pedido de cassação da concessão do sinal sua televisão, a Rede Globo, feito nesta terça-feira, 10, por uma entidade do Rio Grande do Sul. O pedido aconteceu dias depois de um vídeo com atores da emissora ganhar a internet. Nele, nomes como Bruna Linzmeyer, Bárbara Paz, Johnny Massaro, Nanda Costa, Alexandre Borges e Júlia Lemmertz aparecem vestidos com uma roupa de grávida e dizem que é um direito da mulher fazer o que quiser do corpo, apoiando assim que elas possam, inclusive, terem o direito de realizar o aborto e que o governo federal, através de seu sistema de saúde, o SUS, precisa dar condições necessárias para que a grávida tenha o mínimo de dor possível, evitando assim as clínicas clandestinas e até o óbito. 

A publicação foi nomeada 'Meu Corpo, Minhas Regras' e desde esta segunda-feira, 09, muitas entidades, especialmente religiosas, fizeram notas de repúdio contra a campanha.

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Uma delas é a Aliança da Santa Cruz. De acordo com informações do UOL, a entidade ligada à igreja católica do Rio Grande do Sul quer que o 'Grupo Globo' pague pelo vídeo, já que ele possui diversas concessões públicas, e, portanto, precisa atender ao interesse da população. 

A entidade quer que o Ministério das Comunicações casse o sinal da Rede Globo de Televisão. Em nota, a instituição diz que o vídeo revela o ódio contra a igreja cujo líder religioso é o Papa Francismo. A Aliança da Santa Cruz chama a campanha de blasfêmia e de vilipêndio da fé alheia. No texto, os atores chegam a dizer que Maria, mãe de Jesus, não teria sido virgem e que isso era um erro de tradução. 

Apesar da Globo sequer ter exibido a campanha em seu canal aberto, a entidade diz que a emissora violou o quinto artigo da Constituição Federal.

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Dessa forma, no comunicado, a Aliança da Santa Cruz argumenta o que a motivou a pedir a cassação da outorga do canal. A instituição quer ainda que todas s pessoas que aparecem no vídeo também paguem criminalmente pelos seus atos.  #Investigação Criminal