Embora o foco do #Estado Islâmico e demais grupos terroristas tenha sido a Europa, Estados Unidos e o Oriente Médio, muito começou a se falar sobre a América Latina ser a nova vitima de jihadistas. Isso se deve tanto ao fato do Estado Islâmico e Al-Qaeda ter declarado que vão levar a Shari´a ao mundo, quanto ao fato do Brasil ser produtor de armamentos usados na guerra contra o terror, bem como pelo petróleo.

No início desse ano a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), interceptou tentativas do EI em recrutar jovens brasileiros para integrarem o grupo terrorista. Haviam vários interessados. Na ocasião, a presidente da República, Dilma Rousseff chegou a tranquilizar as pessoas em um discurso, garantindo que o país teria segurança reforçada para as Olimpíadas, assim como ocorreu na Copa do Mundo, quando milhares de agentes militares e federais foram mobilizados, bem como o exército, atiradores de elite e equipes antibombas.

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Quem reforça a possibilidade de um ataque no Brasil é o analista de assuntos estratégicos do país, André Luís Woloszyn, um dos maiores especialistas no assunto da atualidade. Inclusive, André já escreveu três livros sobre #Terrorismo no Brasil. 

Woloszyn afirma que o Brasil pode ser alvo do Estado Islâmico no próximo ano por várias razões, dentre elas, o fato de líderes de dezenas de países estarem reunidos acompanhando seus atletas em competições das Olimpíadas. O Brasil também é visto como um ponto estratégico na América Latina, já que dispõe de um amplo território, parte dele banhado pelo mar e ainda vende armamento para os líderes europeus que estão bombardeando a Síria. Como se não bastasse, o Brasil nunca teve problemas com terrorismo e por isso não possui nem uma lei especifica regulamentando o assunto.

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Além disso tudo, o Brasil faz fronteira com vários outros países e não possui total controle dessas fronteiras, possibilitando uma oportunidade de invasão sem muita resistência. O analista declara que é preciso investir em "segurança antiterrorismo", mas ainda assim, o país pode ser pego de surpresa; pois a França que já convive com essa realidade há décadas foi, mais uma vez, vitima do terrorismo; o que dizer de um Estado que só conhece o assunto pela TV ou após treinamentos de agentes especializados.