Os amigos e familiares da jornalista Leniza Krauss, de 37 anos, levaram um susto na última quarta-feira, 11. Isso porque a profissional que presta serviços para o 'Cidade Alerta', da TV Record, começou a passar mal enquanto gravava uma reportagem para a emissora. A repórter foi salva pelo seu colega de trabalho, o cinegrafista apelidado de Gringo.

De acordo com informações de Daniel Castro em reportagem publicada neste domingo, 15, Gringo precisou pegar Leniza no colo. Ele colocou a jornalista no carro de reportagem da TV Record e foram juntos correndo para a clínica médica mais próxima. No local, o susto foi ainda maior.

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De acordo com os exames médicos, Krauss sofreu um Acidente Vascular Celebral (AVC). A #Doença que ocorre de maneira súbita e sem explicação pode matar ou deixar sequelas graves, como a perda dos movimentos. 

Um dos profissionais do 'Cidade Alerta' contou como tudo aconteceu. O funcionário, que preferiu que seu nome não fosse revelado, disse que os médicos chegaram a conversar com o cinegrafista e disseram que ele salvou a vida da repórter. Depois de ser atendida, a jornalista ainda precisou ficar mais dois dias internada em uma UTI. Neste sábado (14), já em um quarto particular do hospital São Camilo, na Zona Sul de São Paulo, a profissional da mídia postava mensagens em suas redes sociais. Nos textos, ela agradece pelo carinho e disse que vai voltar ao ar. No entanto, o hospital não tem qualquer previsão para a alta de Leniza. 

A repórter que foi vítima de um AVC é uma das mais queridas profissionais da Record.

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De acordo com colegas, ela fuma e gosta de fazer dietas para se manter em forma, mas como escrevemos antes, os motivos para o derrame ainda não são claros pela medicina. De qualquer forma, o cigarro é um mal que pode provocar outras doenças, principalmente as respiratórias.

Dentre os trabalhos de Leniza, mais repercutidos, está um assassinato. A profissional chegou a ter que "fugir" de São Paulo por 40 dias após receber ameaças. Inclusivamente, a casa dela chegou a ser invadida por três vezes enquanto ela tentava investigar o assassinato de Geralda Guabiraba.  #sistema de saúde