Uma moça foi achada sem vida em uma lata de lixo, na capital paraibana (João Pessoa), na terça feira, dia 17 de novembro. A jovem deixou um filho de 3 anos de idade, que já está com o conselho tutelar. Canrobert Rodrigues (delegado responsável pelo caso) falou, que o menor residia no Tijolinho Vermelho, que fica na invasão do Hotel Tropicana, e que morava com a mãe. O progenitor está atrás das grades, acusado por tráfico de drogas, em Monteiro (Paraíba).

Nas primeiras horas da manhã, na Rua Rodrigues Chaves, no bairro Varadouro, na capital, a moça foi encontrada morta na lata de lixo, na frente da casa de uma pessoa que mora muito próximo a Tijolinho Vermelho.

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A polícia foi de imediato acionada, para apurar o caso. Sabe-se que a mesma tinha 18 anos e que no dia 20 de novembro, iria completar 19 anos. Ela tinha perfurações de bala e suas mãos estavam amarradas.

O delegado que está a frente do caso, informou que o conselho tutelar já sabe o endereço do pai da criança, e irá fazer todo o procedimento, para que a mesma fique com ele. “O pai da criança nos informou o endereço da sua família. Agora vamos fazer toda a papelada, para que a família paterna fique com o menor'', disse Canrobert Rodrigues.

Como o local onde o corpo foi achado fica muito perto de onde a jovem morava, o delegado já tem algumas linhas de investigação a serem seguidas, para desvendar o #Crime. “Temos uma hipótese de que ela  foi levada para a frente de sua casa, depois de ter levados os tiros que ceifaram sua vida no Hotel Tropicana ou em algum local que fique próximo”, comentou  Rodrigues.

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Foram encontrados nos bolsos da roupa da vítima, papelotes de crack e maconha. Tráfico de drogas é a pena que o seu parceiro e genitor da criança está cumprindo no Cariri paraibano, no presídio de Monteiro.

Reinaldo Nóbrega (delegado da divisão de Homicídios de João Pessoa) é quem vai decretar  quem será o responsável pelo caso a partir de agora. A jovem passou pelo IPC ( Instituto de Polícia Científica ) para ter seu corpo periciado, depois foi levada para o bairro Cristo Redentor, para a GEMOL (Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal). #Violência #Casos de polícia