Um telefone, uma ameaça. Na tarde desta segunda-feira, 23, os funcionários do jornal 'O Estado de São Paulo' passaram por momentos difíceis. De acordo com a própria publicação, os profissionais que trabalham no prédio no bairro do Limão, no estado de São Paulo, foram orientados a evacuar o local. O recado foi dado pela direção do impresso. Em seguida, o corpo de bombeiros foi acionado. Minutos depois da evacuação, os profissionais de segurança fizeram um varredura em todo o edifício. No entanto, nenhum vestígio de bomba foi encontrado no local. Por volta das seis da tarde, a Polícia Militar liberou a região. 

A notícia na bomba também abalou prédios vizinhos, que também precisaram ser esvaziados.

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Tudo ocorreu às pressas, mas apesar do imprevisto, a maior parte das pessoas tentou fazer tudo com muita calma, ficando à espera da região ser averiguada e liberada posteriormente. O incidente aconteceu pouco mais de uma semana depois dos ataques terroristas em Paris, na França. Na ocasião, o Estado Islâmico fez seis ataques a pontos de lazer dos parisienses. 130 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas.

Até o comunicado oficial, os profissionais do 'Estadão' já especulavam internamente sobre o tal telefonema. Houve gente que até pensou que tudo não passasse de um boato, até de fato o edifício ser evacuado. A aproximação das Olimpíadas e o recado de potências internacionais, de que vão ajudar nosso país na segurança dos jogos, aumentou a apreensão. O fato dos terroristas já terem feito ataques nas sedes de jornais também foi mais um dos motivos para causar medo em muitas pessoas.

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No início do ano, um jornal satírico francês também foi atacado. 

Cenário de guerra a frente de publicação impressa popular de São Paulo

Ao todo, sete carros de bombeiros foram para a região, além de vários carros de polícia e do esquadrão antibombas. Apesar da bomba não ter sido encontrada, o caso deve ser investigado. Imagens do local podem ser analisadas. 

Confira vídeo postado no Twitter da movimentação: 

#Crime #Terremoto